Campeões da Stock Car Brasil

A competição foi criada pela Associação Brasileira de Revendedores Chevrolet e teve como inspiração a americana Nascar. A primeira corrida da Stock Car aconteceu no dia 22 de abril 1979, no autódromo de Tarumã, em Viamão-RS, e contou com a participação de dez carros, que possuíam a mesma concepção mecânica dos veículos de passeio sem os revestimentos internos.

Guiando um Opala 250 S, Affonso Giaffone venceu as duas corridas da rodada dupla, se tornando o primeiro piloto a vencer na Stock Car, mas o grande campeão da temporada inaugural foi Paulo Gomes.

A década de 80 para a Stock Car é um período marcado por evolução e consolidação da categoria no país. Os carros ficaram mais velozes e itens de segurança foram agregados e a média de publicou nas corridas chegou a 50 mil pessoas. Em 1982, a Stock Car realizou sua primeira corrida no exterior, no autódromo de Estoril, em Portugal.

A partir de 1987, a carenagem dos carros passou a ser inserida sobre o chassi do Opala, com equipamentos de segurança mais sofisticados e ganhando em aerodinâmica e no desempenho. No final da década, mais precisamente em 1989, começou a hegemonia de Ingo Hoffmann, com seis títulos consecutivos.

Na década de 90, para manter a inovação na Stock Car, a General Motors passa a produzir um protótipo monobloco com o chassi do Opala e a organizar a competição, realizando rodadas duplas em conjunto com a Fórmula Chevrolet. A partir de 1994, a categoria adota como veículo o Omega, adaptado para as corridas.

Entre 1990 e 2000, os campeonatos foram dominados por Ingo Hoffman, que conquistou oito títulos no período, sendo seis consecutivos. Apenas Paulo Gomes, em 1995, e Chico Serra, em 1999, interromperam a hegemonia do “Alemão”.

Anos 2000 – A Stock Car aposenta os carros adaptados para corrida e passa a competir com bolhas que simulam um veículo sobre um chassi tubular, fabricado pela JL, empresa do ex-piloto Zeca Giaffone. Em 2001, a Vicar, organizadora do evento até hoje, passa a gerenciar a competição.

A partir de 2003, os carros passam a usar motores de oito cilindros importado dos Estados Unidos pela JL. A Categoria passa também a ser multimarca com a entrada de outras montadoras, como Mitsubishi, Peugeot e Volkswagen, além da Chevrolet, parceira da categoria desde o início. As equipes passam a usar a telemetria para ter mais informações e controle sobre o comportamento do carro.

A década também foi marcada pelo grande número de pilotos competindo, com 40 carros no grid em 2005. No mesmo ano também foi realizada uma corrida inédita em Buenos Aires. Três anos depois foi realizada a primeira Corrida do Milhão, que deu o prêmio de US$ 1 milhão ao vencedor Valdeno Brito. No ano seguinte a categoria estreou nos circuitos de rua, com uma prova em Salvador que terminou com a vitória de Cacá Bueno.

Década 2010 – O sucesso da Stock Car nos autódromos e a exposição na TV começaram a atrair grandes pilotos com passagens nas principais categorias do automobilismo mundial, como Rubens Barrichello, que conquistou seu único título no seu segundo ano na Stock Car.

O grid atual é um dos mais competitivos da história da categoria, com oito pilotos tendo em seu currículo passagens pela Fórmula 1. A chegada, em 2018, de dois campeões mundiais da Fórmula E – Nelsinho Piquet e Lucas di Grassi, eternos rivais -, traz ainda mais tempero à receita consagrada da principal categoria do automobilismo brasileiro.

A igualdade no equipamento é garantida, entre outros itens como chassi, motor e câmbio igual a todos, pela gasolina podium da Petrobras e dos óleos lubrificantes Lubrax, trazendo o máximo desempenho para os 33 carros do grid da Stock Car.

Coroando a ótima fase, em 2019 a Stock Car comemorou 40 anos de existência, sendo a mais longeva categoria do esporte a motor brasileiro. Nestas 40 temporadas, a Stock Car tem 17 pilotos campeões. O grande recordista de títulos é Ingo Hoffman. Dono de 12 títulos da categoria, o “Alemão” disputou 30 temporadas e obteve 77 vitórias em 332 corridas, número difícil de ser ultrapassado pelos atuais competidores diante do equilíbrio entre os pilotos. Cacá Bueno vem na sequência com cinco troféus da Stock Car e é piloto mais próximo a bater os números de Ingo.

NOVA GERAÇÃO
A temporada 2020 da Stock Car marcou o início de uma nova era para a principal categoria da América do Sul, que passou a contar com carros mais semelhantes aos vistos nas ruas. Ainda equipadas com chassis tubulares, as máquinas agora utilizam os monoblocos dos carros de rua.

Em 2021 passou a se chamar Stock Car Pro Series.

Tecnologia de Ponta em 2025

A Stock Car se tornou, em 2025, a primeira do mundo a realizar um campeonato profissional de alto nível com modelos do tipo SUV. Com um projeto pautado pela tecnologia, segurança e sustentabilidade, três marcas foram representadas no grid. Chevrolet, Toyota e a Mitsubishi, de volta depois de quase 18 anos, abriram o novo capítulo da história da principal categoria brasileira. Sem perder a essência e nível competitivo que a tornaram famosa em todo o mundo, a Stock passou a ser disputada pelos modelos que agora dominavam o mercado automotivo do país. Com pilotos consagrados, carros dotados de tecnologia de ponta e autódromos lotados, a Stock Car segue sua trajetória de sucesso e emoção.

Ano Campeão Equipe Carro
1979 Paulo Gomes Opala Chevrolet
1980 Ingo Hoffmann Opala Chevrolet
1981 Afonso Giaffone Júnior Opala Chevrolet
1982 Alencar Jr. Opala Chevrolet
1983 Paulo Gomes Opala Chevrolet
1984 Paulo Gomes Opala Chevrolet
1985 Ingo Hoffmann Opala Chevrolet
1986 Marcos Gracia Opala Chevrolet
1987 Zeca Giaffone Opala Chevrolet
1988 Fábio Sotto Mayor Opala Chevrolet
1989 Ingo Hoffmann Opala Chevrolet
1990 Ingo Hoffmann Opala Chevrolet
1991 Ingo Hoffmann / Ângelo Giombelli Opala Chevrolet
1992 Ingo Hoffmann / Ângelo Giombelli Opala Chevrolet
1993 Ingo Hoffmann / Ângelo Giombelli Opala Chevrolet
1994 Ingo Hoffmann Omega Chevrolet
1995 Paulo Gomes Omega Chevrolet
1996 Ingo Hoffmann Action Power Omega Chevrolet
1997 Ingo Hoffmann Action Power Omega Chevrolet
1998 Ingo Hoffmann Action Power Omega Chevrolet
1999 Chico Serra WB Motorsports Omega Chevrolet
2000 Chico Serra WB Motorsports Vectra Chevrolet
2001 Chico Serra WB Motorsports Vectra Chevrolet
2002 Ingo Hoffmann JF Racing Vectra Chevrolet
2003 David Muffato Boettger Vectra Chevrolet
2004 Giuliano Losacco RC Competições Astra Chevrolet
2005 Giuliano Losacco Andreas Mattheis Astra Chevrolet
2006 Cacá Bueno RC Competições Mitsubishi Lancer
2007 Cacá Bueno RC Competições Mitsubishi Lancer
2008 Ricardo Maurício WA Mattheis Peugeot 307
2009 Cacá Bueno WA Mattheis Peugeot 307
2010 Max Wilson RC Competições Vectra Chevrolet
2011 Cacá Bueno RedBull / WA Mattheis Peugeot 408
2012 Cacá Bueno RedBull / WA Mattheis Sonic Chevrolet
2013 Ricardo Maurício Eurofarma RC Sonic Chevrolet
2014 Rubens Barrichello Full Time Sonic Chevrolet
2015 Marcos Gomes Voxx Racing Peugeot 408
2016 Felipe Fraga Cimed Racing Peugeot 408
2017 Daniel Serra Eurofarma RC Chevrolet Cruze
2018 Daniel Serra Eurofarma RC Chevrolet Cruze
2019 Daniel Serra Eurofarma RC Chevrolet Cruze
2020 Ricardo Maurício Eurofarma RC Chevrolet Cruze
2021 Gabriel Casagrande Andreas Mattheis Vogel Motorsport Chevrolet Cruze
2022 Rubens Barrichello Full Time Sports Toyota Corolla
2023 Gabriel Casagrande A.Mattheis Vogel Motorsport Chevrolet Cruze
2024 Gabriel Casagrande A.Mattheis Vogel Motorsport Chevrolet Cruze
2025 Felipe Fraga Eurofarma RC Competições Mitsubishi Eclipse Cross

Fonte: <https://www.stockcar.com.br/historia (não funciona); https://velocigroup.com.br/#/stock-pro-series

Campeões Brasileiros de Xadrez Masculino

O xadrez é um jogo de mesa de natureza recreativa e competitiva para dois jogadores. É praticado sobre um tabuleiro quadrado e dividido em 64 casas, alternadamente brancas e pretas. De um lado ficam as 16 peças brancas e de outro um mesmo número de peças pretas. Cada jogador tem direito a um lance por vez. O objetivo da partida é dar o xeque-mate no adversário.

É um jogo que requer raciocínio lógico e estratégia, não envolve o elemento sorte, com exceção do sorteio das cores no início do jogo.

Desde o início do século XX, a Federação Internacional de Xadrez e a Federação Internacional de Xadrez Postal, organizam eventos que reúnem os melhores enxadristas do mundo. O enxadrismo foi reconhecido como esporte pelo Comitê Olímpico Internacional em 2001.

Acredita-se que o xadrez tenha chegado ao Brasil no ano de 1500 pelos portugueses.

Na década de 20, inicia-se por assim dizer, a verdadeira história do Xadrez no Brasil, com a disputa do primeiro campeonato nacional, cuja iniciativa coube ao “Clube de Regatas Vasco da Gama”. Na finalíssima, o campeão do então Distrito Federal, o ilustre Dr. João de Souza Mendes, sobrepujou o campeão paulista, sagrando-se assim o primeiro Campeão Brasileiro de Xadrez.

Ano Local Campeão Vice
1927 Rio de Janeiro/RJ João de Souza Mendes Vicente Romano
1928 Rio de Janeiro/RJ João de Souza Mendes Walter Oswaldo Cruz
1929 Rio de Janeiro/RJ João de Souza Mendes Walter Oswaldo Cruz
1930 Rio de Janeiro/RJ João de Souza Mendes José Lacerda Guimarães
1933 Rio de Janeiro/RJ Orlando Roças Jr Alberto Gama
1934 Rio de Janeiro/RJ Orlando Roças Jr João de Souza Mendes
1935 Rio de Janeiro/RJ Thomas Pompeu Accioly Borges Orlando Roças Jr
1938 Rio de Janeiro/RJ Walter Oswaldo Cruz Octávio Trompowsky
1939 Rio de Janeiro/RJ Octávio Trompowsky Walter Oswaldo Cruz
1940 Rio de Janeiro/RJ Walter Oswaldo Cruz Octávio Trompowsky
1941 Rio de Janeiro/RJ Ademar da Silva Rocha
1942 São Paulo/SP Walter Oswaldo Cruz Paulo Duarte Filho
1943 São Paulo/SP João de Souza Mendes Raul Charlier
1945 Nova Friburgo/RJ Orlando Roças Jr Flávio Carvalho Jr
1947 Porto Alegre/RS Márcio E. Freitas Arrigo Prosdocimi
1948 Rio de Janeiro/RJ Walter Oswaldo Cruz Oswaldo Cruz Filho
1949 Rio de Janeiro/RJ Walter Oswaldo Cruz Márcio E. Freitas
1950 Rio de Janeiro/RJ José T. Mangini Eduardo Asfora
1951 Fortaleza/CE Eugênio German Luiz Gentil
1952 São Paulo/SP Flávio Carvalho Jr Eugênio German
1953 Rio de Janeiro/RJ Walter Oswaldo Cruz João de Souza Mendes
1954 São Paulo/SP João de Souza Mendes Nelson Dantas
1956 Rio de Janeiro/RJ José T. Mangini Luiz Tavares
1957 Rio de Janeiro/RJ Luiz Tavares Carlos R. Peixoto
1958 Rio de Janeiro/RJ João de Souza Mendes Sílvio T. Mendes
1959 São Paulo/SP Olício Gadia José T. Mangini
1960 Fortaleza/CE Ronald Câmara Luiz Gentil
1961 Vitória Ronald Câmara Francisco Alves
1962 Campinas/SP Olício Gadia Eduardo Asfora
1963 Recife/PE Hélder Câmara Antônio Rocha
1964 Brasília/DF Antônio Rocha Hélder Câmara
1965 Rio de Janeiro/RJ Henrique Mecking João de Souza Mendes
1966 Belo Horizonte/MG José Pinto Paiva Hélder Câmara
1967 São Paulo/SP Henrique Mecking José Pinto Paiva
1968 São Bernardo Hélder Câmara Antônio Rocha
1969 São Paulo/SP Antônio Rocha Hélder Câmara
1970 Recife/PE Herman Riemsdijk Adaucto Nóbrega
1971 Fortaleza/CE José Pinto Paiva E.Asfora/V.Chemin
1972 Blumenau/SC Eugênio German Francisco Trois
1973 Salvador/BA Herman Riemsdijk Alexandru Sorin Segal
1974 Rio de Janeiro/RJ Márcio Miranda / Alexandru Sorin Segal
1975 Caxias do Sul/RS Carlos E. Gouveia Herman Riemsdijk
1976 João Pessoa/PB Jaime Sunyé Neto Herman Riemsdijk
1977 Curitiba/PR Jaime Sunyé Neto Herman Riemsdijk
1978 Natal/RN Alexandru Segal Cícero N. Braga
1979 Fortaleza/CE Jaime Sunyé Neto Cícero N. Braga
1980 Nova Friburgo/RJ Jaime Sunyé Neto Herbert Carvalho
1981 São Luís/MA Jaime Sunyé Neto Gilberto Milos Jr
1982 Brasília/DF Jaime Sunyé Neto Marcos Paolozzi
1983 São Paulo/SP Marcos Paolozzi / Jaime Sunyé Neto
1984 Cabo Frio/RJ Gilberto Milos Jr Alexandru Sorin Segal
1985 Brasília/DF Gilberto Milos Jr Alexandru Sorin Segal
1986 Garanhuns/PE Gilberto Milos Jr Rubens Filguth
1987 Canela Carlos E. Gouveia Vitório Chemin
1988 São Paulo/SP Herman Riemsdijk Cícero N. Braga
1989 Fortaleza/CE Gilberto Milos Jr Jaime Sunyé Neto
1990 Porto Alegre/RS Roberto Watanabe Sadi G. Dumont
1991 Bebedouro/SP Everaldo Matsuura Aron Corrêa
1992 Curitiba/PR Darcy G. Lima James M. Toledo
1993 Brasília/DF Aron Corrêa Giovanni Vescovi
1994 Americana/SP Gilberto Milos Jr Jefferson Pelikian
1995 Brasília/DF Gilberto Milos Jr Herman Riemsdijk
1996 Americana/SP Rafael Leitão Giovanni Vescovi
1997 Rio de Janeiro/RJ Rafael Leitão Giovanni Vescovi
1998 Itabirito Rafael Leitão Giovanni Vescovi
1999 Brasília/DF Giovanni Vescovi Eduardo T. Limp
2000 Teresina/PI Giovanni Vescovi Darcy G. Lima
2001 São Paulo/SP Giovanni Vescovi Everaldo Matsuura
2002 Brasília/DF Darcy G. Lima Ricardo Teixeira
2003 Miguel Pereira Darcy G. Lima Everaldo Matsuura
2004 S. J. Rio Preto/SP Rafael Leitão Gilberto Milos Jr
2005 Guarulhos/SP Alexandr Fier Gilberto Milos Jr
2006 Guarulhos/SP Giovanni Vescovi Rafael Leitão
2007 Rio de Janeiro/RJ Giovanni Vescovi Rafael Leitão
2008 Porto Alegre/RS André Diamant Giovanni Vescovi
2009 Americana/SP Giovanni Vescovi Gilberto Milos Jr
2010 Americana/SP Giovanni Vescovi Diego di Berardino
2011 Campinas/SP Rafael Leitão Alexandr Fier
2012 Montenegro Krikor Mekhitarian Evandro Barbosa
2013 João Pessoa/PB Rafael Leitão Krikor Mekhitarian
2014 João Pessoa/PB Rafael Leitão Felipe El Debs
2015 Rio de Janeiro/RJ Krikor Mekhitarian Evandro Barbosa
2016 Rio de Janeiro/RJ Everaldo Matsuura Alexandr Fier
2017 Rio de Janeiro/RJ Alexandr Fier Krikor Mekhitarian
2018 Natal/RN Roberto J. Molina Krikor Mekhitarian
2019 Natal/RN Alexandr Fier André Diamant
2021 Cuiabá/MT Luis Paulo Supi Alexandr Fier
2022 Recife/PE Alexandr Fier Yago Santiago
2023 Recife/PE Luís Paulo Supi Alexandr Fier
2024 Natal/RN Alexandr Fier Everaldo Matsuura

Fontes: Livro Manual de Xadrez, Ideal Becker, ano 2006 – Editora Nobel; MundoEducaçãoTabuleirodeXadrez; e BrasilBase.

Campeonato Brasileiro de Rugby XV – Masculino

O clube introdutor

O The São Paulo Athletic Club (depois aportuguesado para Clube Atlético São Paulo), ou Clube Inglês, como é conhecido, ou ainda SPAC, tem o mérito de ser o pioneiro em esportes como o Squash, o Rugby e o Bowls, este último só praticado no SPAC.

A competição

O Campeonato Brasileiro de Rugby XV é a principal competição de Rugby Union do Brasil, promovido pela CBRu (Confederação Brasileira de Rugby).

A primeira entidade reguladora do esporte no Brasil foi a União de Rugby do Brasil, fundada em 06 de outubro de 1963, e substituída pela Associação Brasileira de Rugby, fundada em 20 de dezembro de 1972. Em 2010, nasceu a Confederação Brasileira de Rugby, depois da reintrodução do Rugby nos Jogos Olímpicos. A CBRu é responsável por todas as modalidades do Rugby Union, entre elas o Rugby XV, o Rugby Sevens, o Beach Rugby e o Tag Rugby.

Nota: Em 2013, quando comemorava 30 anos de existência, o Bandeirantes Rugby Clube anunciou parceria inédita na América do Sul com o Saracens Rugby Club de Londres, Inglaterra, passando então a ser chamado de São Paulo Saracens Bandeirantes (Band Saracens).

(*) Em 1976 e 1983 o título foi dividido.

ANO CAMPEÃO VICE CAMPEÃO
1964 São Paulo Athletic (SP)
1965 São Paulo Athletic (SP)
1966 São Paulo Athletic (SP)
1967 São Paulo Athletic (SP)
1968 São Paulo Athletic (SP)
1969 São Paulo Athletic (SP)
1970 São Paulo Barbarians (SP)
1971 São Paulo Barbarians (SP)
1972 FUPE (SP)
1973 Medicina Rugby (SP)
1974 São Paulo Athletic (SP)
1975 São Paulo Athletic (SP)
1976* São Paulo Athletic (SP) e Niterói Rugby FC (RJ)
1977 São Paulo Athletic (SP)
1978 São Paulo Athletic (SP)
1979 Niterói Rugby FC (RJ)
1980 Alphaville TC (Barueri/SP)
1981 Medicina Rugby (SP)
1982 Alphaville TC (Barueri/SP)
1983* Niterói Rugby FC (RJ) e Alphaville TC (Barueri/SP)
1984 Niterói Rugby FC (RJ) Alphaville TC (Barueri/SP)
1985 Alphaville TC (Barueri/SP)
1986 Niterói Rugby FC (RJ)
1987 Pasteur AC (SP)
1988 Bandeirantes RC (SP)
1989 Alphaville TC (Barueri/SP)
1990 Niterói Rugby FC (RJ)
1991 Alphaville TC (Barueri/SP)
1992 Alphaville TC (Barueri/SP)
1993 Rio Branco RC (SP)
1994 Pasteur AC (SP)
1995 Bandeirantes RC (SP)
1996 Desterro RC (SC) Bandeirantes RC (SP)
1997 Rio Branco RC (SP)
1998 Rio Branco RC (SP)
1999 São Paulo Athletic (SP)
2000 Desterro RC (SC)
2001 Bandeirantes RC (SP)
2002 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Bandeirantes RC (SP)
2003 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Bandeirantes RC (SP)
2004 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2005 Desterro RC (SC)
2006 Rio Branco RC (SP)
2007 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2008 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2009 Bandeirantes RC (SP)
2010 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Desterro RC (SC)
2011 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2012 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2013 São Paulo Athletic (SP)
2014 Curitiba RC (PR) São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2015 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Curitiba RC (PR)
2016 Curitiba RC (PR) Desterro RC (SC)
2017 Jacareí RC (Jacareí/SP) Farrapos RC (RS)
2018 AE Politécnica de Rugby (SP) Farrapos RC (RS)
2019 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2020 não disputado
2021 não disputado
2022 AE Politécnica de Rugby (SP) AE Jacarey Rugby (Jacarei/SP)
2023 Pasteur AC (SP) AE Politécnica de Rugby
2024 AE Jacarey Rugby (Jacarei/SP) Farrapos Rugby Clube (RS)

Fontes: Finais no BrasilRugby; História do Rugby no Brasil; São José – Conquistas; Desterro Facebook; Band Saracens Rugby.

Campeonato Brasileiro de Xadrez Feminino

Ano Local Campeã Vice
1957 São Paulo/SP Dora Castro Rubio Noemi Oliveira
1958 São Paulo/SP Taya Efremoff Dora Castro Rubio
1959 Rio de Janeiro/RJ Taya Efremoff Dora Castro Rubio
1960 Brusque Dora Castro Rubio Ruth Cardoso
1961 Rio de Janeiro/RJ Dora Castro Rubio Taya Efremoff
1962 Araraquara Dora Castro Rubio Noemi Oliveira
1963 Rio de Janeiro/RJ Ruth Cardoso Noemi Oliveira
1965 Rio de Janeiro/RJ Ruth Cardoso Taya Efremoff
1966 Belo Horizonte/MG Ruth Cardoso Maria A. Diniz
1967 São Paulo/SP Ruth Cardoso Ivone Moysés
1968 São Bernardo Ruth Cardoso Ivone Moysés
1969 Rio de Janeiro/RJ Ivone Moysés N Snitkowsky
1971 São Paulo/SP Lígia Alvim Ruth Cardoso
1972 Blumenau Ruth Cardoso Regina Fontanelli
1973 Guarapari Ivone Moysés Norma Snitkowsky
1975 Rio de Janeiro/RJ Maria C. Oliveira Norma Snitkowsky
1976 São Paulo/SP Jussara Chaves Ivone Moysés
1977 Brasília/DF Ruth Cardoso Ivone Moysés
1978 Brasília/DF Lígia Carvalho Jussara Chaves
1979 Mogi Guaçu Lígia Carvalho Norma Snitkowsky
1980 Laguna Lígia Carvalho Jussara Chaves
1981 Laguna Jussara Chaves Lígia Carvalho
1982 Mogi Guaçu Jussara Chaves / Regina Ribeiro
1984 Peabiru Regina Ribeiro Joara Chaves
1985 Guarapari Regina Ribeiro Joara Chaves
1986 Garanhuns Maria C. Oliveira Regina Ribeiro
1987 Canela Regina Ribeiro Jussara Chaves
1988 Caiobá Palas A. Veloso Joara Chaves
1989 Maringá Jussara Chaves Palas A. Veloso
1990 Rio de Janeiro/RJ Regina Ribeiro Palas A. Veloso
1991 Blumenau Joara Chaves Palas A. Veloso
1992 São Sebastião Regina Ribeiro Palas A. Veloso
1993 Brasília/DF Palas A. Veloso Joara Chaves
1994 Brasília/DF Tatiana Ratcu Palas A. Veloso
1995 Brasília/DF Tatiana Ratcu Jussara Chaves
1996 Florianópolis Tatiana Ratcu Palas A. Veloso
1997 Itapirubá Tatiana Ratcu Joara Chaves
1998 São Paulo/SP Joara Chaves Jussara Chaves
1999 Altinópolis Paula F. Delai Joara Chaves
2000 Batatais Tatiana Ratcu Paula F. Delai
2001 Bariri Tatiana Duarte Suzana Chang
2002 Batatais Joara Chaves Suzana Chang
2003 Miguel Pereira Regina Ribeiro Tatiana Duarte
2004 Curitiba Suzana Chang Regina Ribeiro
2005 Jundiaí Tatiana Duarte Vanessa Feliciano
2006 São Paulo/SP Regina Ribeiro Paula F. Delai
2007 Americana Suzana Chang Paula F. Delai
2008 Novo Hamburgo Joara Chaves Suzana Chang
2009 Capão da Canoa Vanessa Feliciano Juliana Terao
2010 Catanduva Vanessa Feliciano Ana V. Rothebarth
2011 Baln. Camboriú Artemis Guimarães Vanessa Feliciano
2012 S. J. Rio Preto Juliana Terao Vanessa Feliciano
2013 S. J. Rio Preto Vanessa Feliciano Juliana Terao
2014 Blumenau Vanessa Feliciano Juliana Terao
2015 São Paulo/SP Juliana Terao Vanessa Feliciano
2016 Rio de Janeiro/RJ Juliana Terao Vanessa Feliciano
2017 Rio de Janeiro/RJ Juliana Terao Thauane Medeiros
2018 Rio de Janeiro/RJ Juliana Terao Kathiê Librelato
2019 Rio de Janeiro/RJ Juliana Terao Júlia Alboredo
2021 Cuiabá/MT Júlia Alboredo Juliana Terao
2022 Recife/PE Juliana Terao Ellen Larissa Bail
2023 Timbó Juliana Terao Isabelle Tamarozi
2024 Timbó Juliana Terao Thauane Medeiros

Fonte: BrasilBase

Campeões da Taça Brasil de Futsal

Observação:

→Em 2001, a torcida do Sumov resolveu jogar latas de cerveja e refrigerante e outros objetos na quadra. A partida foi interrompida pela arbitragem. Os jogadores das duas equipes se reuniram e resolveram continuar a partida. Mas a torcida continuou jogando latas na quadra e, por não haver policiamento suficiente no ginásio lotado, a partida foi encerrada. Para terminar com chave de ouro a CBFS proclamou as duas equipes campeãs.

→1968 A final da Taça Brasil foi Carioca EC x Palmeiras e realizada em Lages, Santa Catarina, no Ginásio Ivo Silveira, em um domingo, 20 de outubro. Os paulistas venceram o jogo por 2 a 0, mas o clube paulista escalou Aécio de forma irregular, perdendo o título posteriormente na Justiça Esportiva.

“O troféu da Taça Brasil nunca foi entregue pelo Palmeiras. Eles venceram na quadra, mas ganhamos o título no tapetão. Eles escalaram um jogador que não estava inscrito e que era do Vila Isabel”, revelou Manoel Henrique Martins, presidente do Carioca Esporte Clube.

→A equipe do Atlântica-Boavista foi formado por meio de um projeto de uma empresa seguradora especializada em acidentes de trabalho. Em 1983, como maior acionista da Atlântica-Boavista, a Família Almeida Braga transferiu sua participação na seguradora para o Bradesco, dando origem ao Bradesco Seguros. Pouco tempo depois, o clube foi absorvido pelo banco e assumiu o nome da multinacional brasileira.

Ano Campeão Vice-campeão
1968 Carioca EC (RJ) SE Palmeiras (SP)
1970 SE Palmeiras (SP) América FC (RN)
1972 Sumov (CE) Astória FC (RJ)
1974 Corinthians (SP) Grajaú Country Club (RJ)
1976 C Náutico C (PE) Vargas Filho AC (CE)
1978 Sumov (CE) Casino Bangu (RJ)
1980 Sumov (CE) Monte Sinai (RJ)
1981 Monte Sinai (RJ) Corinthians Paulista (SP)
1982 Sumov (CE) Huracan (MG)
1983 Vasco da Gama (RJ) Grêmio Gercan (SP)
1984 Atlântica Boa Vista (RJ) ASCEE (RS)
1985 Atlético Mineiro (MG) Atlântica Boa Vista (RJ)
1986 Sumov (CE) Bradesco Atlântica (RJ)
1987 SER Perdigão (SC) Transbrasil (SP)
1988 Grêmio Água Branca (SP) SER Tigre (SC)
1989 Enxuta (RS) Bradesco Atlântica (RJ)
1990 SER Perdigão (SC) Votorantim (PE)
1991 Banfort (CE) SER Sadia (SC)
1992 EC Banespa (SP) Banfort (CE)
1993 ADC Inpacel (PR) SER Sadia (SC)
1994 ADC Inpacel (PR) Enxuta (RS)
1995 Enxuta (RS) Sumov (CE)
1996 Enxuta (RS) Vasco da Gama (Caxias do Sul-RS)
1997 EC Banespa (SP) Sumov (CE)
1998 ADC General Motors (SP) Tio Sam (RJ)
1999 Internacional (RS) Vasco da Gama (RJ)
2000 Vasco da Gama (RJ) São Paulo (SP)
2001 Carlos Barbosa (RS) e Sumov (CE)
2002 Minas Tênis Clube (MG) Banespa (SP)
2003 Malwee/ADJ Jaraguá (SC) Anjo Quimica (SC)
2004 Malwee/ADJ Jaraguá (SC) Carlos Barbosa (RS)
2005 Malwee/ADJ Jaraguá (SC) Banespa (SP)
2006 Malwee/ADJ Jaraguá (SC) ABC (RN)
2007 Malwee/ADJ Jaraguá (SC) Petrópolis (RJ)
2008 Malwee/ADJ Jaraguá (SC) São José (SP)
2009 Carlos Barbosa (RS) AD Tigre (Garanhuns-PE)
2010 Corinthians/São Caetano/Unip (SP) Carlos Barbosa (RS)
2011 Joinville (SC) ADC Intelli Orlândia (SP)
2012 Minas Tênis Vlube (MG) Joinville (SC)
2013 CER Atlântico Erechim (RS) Joinville (SC)
2014 Crateús (CE) Joinville (SC)
2015 Jaraguá (SC) Sorocaba Futsal/Brasil Kirin (SP)
2016 Carlos Barbosa (RS) Assoeva (Venâncio Aires-RS)
2017 Joinville (SC) CER Atlântico Erechim (RS)
2018 Pato Futsal (PR) CER Atlântico Erechim (RS)
2019 CER Atlântico Erechim (RS) Carlos Barbosa (RS)
2021 Sorocaba (SP) Joinville (SC)
2022 Joinville (SC) Magnus Futsal / Sorocaba
2023 Praia Clube MG) Pato Futsal (PR)
2024 Joinville (SC) Pato Futsal (PR)

Fontes: GloboEsporteUol – Título DivididoEsportes Estadão30 anos da conquista do PerdigãoEC BanespaAtlântico FutsalAssoevaCarlos BarbosaGloboEsporte – 50 anos doSumov ACSumov – Um Gigante em DecadênciaClubes do Rio no Topo do Futsal26 anos da AD Tigre de GaranhunsSportTV GloboMalwee anuncia fim com AD Jaraguá

Campeões do Campeonato Pernambucano de Futsal

Curiosidade: Segundo maior detentor de títulos do estadual com nove conquistas, o extinto Votorantim, que em 1993 era o time base da seleção pernambucana da categoria, e que se sagrou campeã brasileira daquele ano, era famoso por montar grandes elencos, com jogadores como Fininho e Manoel Tobias, que brilharam com a camisa da seleção brasileira, além de Juninho Pernambucano, que mais tarde viria ser consagrado nos gramados do futebol mundial.

Nota: O AEST/Tamandaré foi campeão do Campeonato Pernambucano de Futsal adulto 2018  após vencer a partida contra o ASEC/Caruaru por WO. O jogo da volta da final seria realizado no Ginásio Dois Amigos, na cidade de Tamandaré, litoral do estado. Os dois times estiveram presentes no local da partida, mas os dirigentes caruaruenses (que venceram a partida de volta por 3 a 2 – e tinham vantagem do empate) se recusaram a colocar os jogadores em quadra, alegando falta de estrutura do local (sem vestiário para comportar jogadores e comissão técnica), além da queixa do atraso do horário da partida, que estava marcada para as 20h30, segundo a tabela, mas no mesmo dia mudou para as 21h30. Com a negativa do ASEC/Caruaru, o presidente da Federação Pernambucana de Futsal, Luiz Cláudio de Carvalho, declarou o AEST/Tamandaré como o vencedor do Pernambucano da temporada 2018.

ANO CAMPEÃO VICE-CAMPEÃO
1962 AE Líbano
1963 AA Afogados
1964
1965 C Náutico C
1966 AA Afogados
1967 AA Afogados
1968 C Náutico C
1969 C Náutico C
1970 C Náutico C
1971 C Náutico C
1972 C Náutico C
1973 C Náutico C
1974 C Náutico C
1975 C Náutico C
1976 C Náutico C
1977 Santa Cruz FC
1978 C Náutico C
1979 Santa Cruz FC
1980 C Náutico C
1981 Sport C. do Recife
1982 AA Bandepe
1983 AA Bandepe
1984 AE Pitú
1985 AA Bandepe
1986 Santa Cruz FC
1987 C Náutico C
1988 SE Votorantim
1989 SE Votorantim
1990 SE Votorantim
1991 SE Votorantim
1992 SE Votorantim
1993 SE Votorantim
1994 SE Votorantim
1995 SE Votorantim
1996 SE Votorantim
1997 AE Renovadora Frevo
1998 Santa Cruz FC
1999 Sport C. do Recife
2000 Sport C. do Recife
2001 Sport C. do Recife
2002 AA Universo
2003 Atlético C. de Goiana
2004 AA Universo
2005 AA Universo
2006 AA Universo
2007 AA Universo
2008 Ass. Bezerrense de Futsal
2009 AD Tigre
2010 AD Tigre
2011 AD Tigre
2012 AD Tigre
2013 Central SC
2014 AD Tigre
2015 Santa Cruz FC Central SC
2016 C Náutico C Ribeirão
2017 ASEC/Caruaru Tamandaré
2018 AEST/Tamandaré ASEC/Caruaru
2019 ASEC/Caruaru AE Garapa
2020 Una City/Água Preta Capelle/Ribeirão
2021 AEST/Tamandaré Una City/Água Preta
2022 AEST/Tamandaré Atlético Goiana
2023 AEST/Tamandaré Sport C. do Recife
2024 Sport C. do Recife ASEC (Caruaru)

Fontes: FutsalPeInfoFutsal; e GloboEsporte.

Campeões da Superliga Brasileira de Voleibol Masculino

Inicialmente chamada de Campeonato Brasileiro de Clubes de Voleibol Masculino, passou a se denominar Liga Nacional de Voleibol na temporada 1988-89. A partir de 1994-95 ganhou a denominação de Superliga Brasileira de Voleibol.

Nota: Em virtude da pandemia da COVID-19, a Superliga Banco do Brasil 19/20 foi encerrada sem campeão em ambos os naipes.

Campeonato Brasileiro de Clubes
Ano Campeão Vice-campeão
1976 Botafogo (RJ) Paulistano (SP)
1977 sem competição
1978 Paulistano (SP) Flamengo (RJ)
1979 sem competição
1980 Pirelli (SP) Fluminense (RJ)
1981 Atlântica/Boavista (RJ) Pirelli (SP)
1982 Pirelli (SP) Atlântica Boavista (RJ)
1983 Pirelli (SP) Bradesco/Atlântica (RJ)
1984 Minas (MG) Bradesco/Atlântica (RJ)
1985 Minas Tênis Clube (MG) Bradesco/Atlântica (RJ)
1986 Fiat/Minas (MG) Bradesco/Atlântica (RJ)
1987 Banespa (SP) Pirelli (SP)
Liga Nacional de Voleibol
1988/1989 Pirelli (SP) Fiat/Minas (MG)
1989/1990 Banespa (SP) Pirelli (SP)
1990/1991 Banespa (SP) Frangosul (RS)
1991/1992 Banespa/São Paulo (SP) Pirelli (SP)
1992/1993 Suzano/Hoechst (SP) Rhodia/Pirelli (SP)
1993/1994 Suzano/Hoechst (SP) Palmeiras/Parmalat (SP)
Superliga Brasileira de Voleibol
1994/1995 Frangosul/Ginástica (RS) Nossa Caixa/Suzano (SP)
1995/1996 Olympikus/Telesp (SP) Papel Report/Suzano (SP)
1996/1997 Papel Report/Suzano (SP) Banespa (SP)
1997/1998 Ulbra/Diadora (RS) Olympikus (RJ)
1998/1999 Ulbra/Pepsi (RS) Papel Report/Nipomed/Suzano (SP)
1999/2000 Telemig Celular/Minas (MG) Unisul (SC)
2000/2001 Telemig Celular/Minas (MG) Ulbra (RS)
2001/2002 Telemig Celular/Minas (MG) Banespa (SP)
2002/2003 Ulbra (RS) Unisul (SC)
2003/2004 Unisul (SC) Ulbra/São Paulo (RS)
2004/2005 Banespa/Mastercard (SP) Telemig Celular/Minas (MG)
2005/2006 Cimed (SC) Telemig Celular/Minas (MG)
2006/2007 Telemig Celular/Minas (MG) Cimed (SC)
2007/2008 Cimed (SC) Telemig Celular/Minas (MG)
2008/2009 Cimed/Brasil Telecom (SC) Vivo/Minas (MG)
2009/2010 Cimed/Malwee (SC) Bonsucesso/Montes Claros (MG)
2010/2011 Sesi (SP) Sada Cruzeiro (MG)
2011/2012 Sada Cruzeiro (MG) Vôlei Futuro (SP)
2012/2013 RJX (RJ) Sada Cruzeiro (MG)
2013/2014 Sada Cruzeiro (MG) Sesi (SP)
2014/2015 Sada Cruzeiro (MG) Sesi (SP)
2015/2016 Sada Cruzeiro (MG) Brasil Kirin Vôlei (SP)
2016/2017 Sada Cruzeiro (MG) Funvic/Taubaté (SP)
2017/2018 Sada Cruzeiro (MG) Sesi (SP)
2018/2019 EMSTaubaté Funvic Sesi (SP)
2019/2020 sem campeão
2020/2021 Taubaté Minas Tênis Clube
2021/2022 Sada Cruzeiro Fiat/Gerdau/ Minas Tênis Clube (MG)
2022/2023 Sada Cruzeiro Itambé Minas Tênis Clube
2023/2024 Sesi Bauru (SP) Vôlei Renata Campinas

Fonte: Confederação Brasileira de Voleibol.

Campeões da Liga Nacional de Handebol Masculino

A Liga Nacional de Handebol, campeonato nacional da modalidade organizado pela Confederação Brasileira de Handebol, teve sua primeira edição em 1997, quando ainda era denominada por Liga Petrobras de Handebol.

Notas: A Associação Desportiva e Cultural Metodista é herdeira dos títulos da Associação Atlética Acadêmica Metodista, fundada em 1993.

LIGA NACIONAL DE HANDEBOL

Ano Campeão Vice-campeão
1997 AAA Metodista/São Bernardo (SP) EC Pinheiros (SP)
1998 AAA Metodista/São Bernardo (SP) EC Pinheiros (SP)
1999 AAA Metodista/São Bernardo (SP) EC Pinheiros (SP)
2000 AAA Metodista/São Bernardo (SP) Imes São Caetano (SP)
2001 AAA Metodista/São Bernardo (SP) EC Pinheiros (SP)
2002 AAA Metodista/São Bernardo (SP) Imes São Caetano (SP)
2003 Imes São Caetano (SP) AAA Metodista/São Bernardo (SP)
2004 AAA Metodista/São Bernardo (SP) ALE Londrina (PR)
2005 ALE Londrina/Unifil/Sercomtel (PR) EC Pinheiros (SP)
2006 AAA Metodista/São Bernardo (SP) ALE Londrina (PR)
2007 EC Pinheiros (SP) ALE Londrina (PR)
2008 ALE Londrina (PR) ADC Metodista (SP)
2009 EC Pinheiros (SP) ALE Londrina (PR)
2010 EC Pinheiros (SP) ADC Metodista (SP)
2011 EC Pinheiros (SP) ADC Metodista (SP)
2012 EC Pinheiros (SP) ADC Metodista (SP)
2013 Handebol Taubaté (SP) ADC Metodista (SP)
2014 Handebol Taubaté (SP) EC Pinheiros (SP)
2015 EC Pinheiros (SP) Handebol Taubaté (SP)
2016 Handebol Taubaté EC Pinheiros (SP)
2017 EC Pinheiros (SP) Handebol Taubaté (SP)
2018 EC Pinheiros (SP) Handebol Taubaté/FAB/Unitau (SP)
2019 Handebol Taubaté EC Pinheiros (SP)
2020 Handebol Taubaté EC Pinheiros (SP)
2021 Handebol Taubaté EC Pinheiros (SP)
2022 Handebol Taubaté Handebol Itajaí (SC)
2023 Praia Clube Nacional HC (SC)
2024 EC Pinheiros (SP) Handebol Taubaté (SP)

Pesquisas Sidney Barbosa da Silva.Fontes: CBHb; Conquistas – Portal Metodista; Londrina Campeã; Portal Metodista; TcheEsportes – Guia da Liga Nacional 2018;  Handeboltaubate.com