Taça Roraima de Futsal

Ano Campeão Vice
2015 Constelação
2016 Constelação
2017 Constelação EC Vivaz
2018 Constelação EC Vivaz
2019 Constelação EC Vivaz
2020 Caxiense EC EC Vivaz
2021 Caxiense EC Constelação
2022 Sporting Roraima EC Vivaz
2023 AAD Buriti
2024 EC Vivaz Constelação
2025 Constelação EC Vivaz

Campeões na página do facebook da FRFS

Corrida de São Silvestre – Prova Feminina

As brasileiras conquistaram a prova em cinco ocasiões

A prova da São Silvestre feminina é disputada oficialmente desde 1975, com a livre participação de atletas de todo o mundo. A vencedora foi a alemã Christa Valensieck, que lutou até o final do percurso para vencer a norte-americana Jackie Hansen, consideradas as duas melhores fundistas do mundo. Foram inscritas 17 mulheres, largaram 14 e 12 terminaram o percurso.

Em 1995, com Carmem Oliveira, o Brasil subiu ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez.

A atleta Rosa Mota, de Portugal, é a que conquistou maior número de vitórias na prova, chegando por seis vezes em primeiro lugar (1981-1986). Quem detém o recorde de 15km, atual distância, é a queniana Jemima Sumgong (2016), que terminou o trajeto em 48 minutos e 35 segundos.

A 100ª edição (2025) foi marcada por domínio africano, com Panga abrindo vantagem na segunda metade da prova e mantendo o ritmo forte até a Avenida Paulista. A brasileira Núbia de Oliveira Silva destacou-se ao garantir o terceiro lugar no pódio.

Confira todas as vencedoras da prova feminina:

1975 – Christa Valensieck (ALE)
Tempo: 28m39s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 14 atletas. Chegada: 12 atletas.

1976 – Christa Valensieck (ALE)
Tempo: 28m36s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 38 atletas. Chegada: 10 atletas.

1977 – Loa Olafsson (DIN)
Tempo : 27m15s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 54 atletas. Chegada: 35 atletas.

1978 – Dana Slater (EUA)
Tempo : 28m55s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 82 atletas. Chegada: 43 atletas.

1979 – Dana Slater (EUA)
Tempo : 29m07s. Percurso: 9 km.
Participantes: 86 atletas. Chegada: 69 atletas.

1980 – Heide Hutterer (ALE)
Tempo: 27m48s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 126 atletas. Chegada: 97 atletas.

1981 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 26m45s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 155 atletas. Chegada: 119 atletas.

1982 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 47m21s. Percurso: 13.548m.
Participantes: 137 atletas. Chegada: 105 atletas.

1983 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m44s. Percurso: 12.600m.
Participantes: 342 atletas. Chegada: 263 atletas.

1984 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m35s. Percurso: 12.640m.
Participantes: 261 atletas. Chegada: 200 atletas.

1985 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m00s. Percurso: 12.640m.
Participantes: 343 atletas. Chegada: 264 atletas.

1986 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m25s. Percurso: 12.600m
Participantes: 172 atletas. Chegada: 132 atletas.

1987 – Martha Thenório (EQU)
Tempo: 46m27s. Percurso: 13 km.
Participantes: 429 atletas. Chegada: 330 atletas.

1988 – Aurora Cunha (POR)
Tempo: 42m12s. Percurso: 12.630m.
Participantes: 312 atletas. Chegada: 240 atletas.

1989 – Maria Del Carmem Diaz (MEX)
Tempo: 43m52s. Percurso: 12.650m.
Participantes: 406 atletas. Chegada: 312 atletas.

1990 – Maria Del Carmem Diaz (MEX)
Tempo: 43m16s. Percurso: 12.640m.
Participantes: 456 atletas. Chegada: 351 atletas.

1991 – Maria Luisa Servin (MEX)
Tempo: 54m02s. Percurso: 15 km.
Participantes: 438 atletas. Chegada: 337 atletas.

1992 – Maria Del Carmem Diaz (MEX)
Tempo: 54m00s. Percurso: 15 km.
Participantes: 439 atletas. Chegada: 338 atletas.

1993 – Hellen Kimayio (QUE)
Tempo: 50m26s. Percurso: 15 km.
Participantes: 460 atletas. Chegada: 354 atletas.

1994 – Derartu Tulu (ETI)
Tempo: 51m17s. Percurso: 15 km.
Participantes: 638 atletas. Chegada: 491 atletas.

1995 – Carmem Oliveira (BRA)
Tempo: 50m53s. Percurso: 15 km.
Participantes: 727 atletas. Chegada: 559 atletas.

1996 – Roseli Machado (BRA)
Tempo: 52m32s. Percurso: 15 km.
Participantes: 809 atletas. Chegada: 622 atletas.

1997 – Martha Thenório (EQU)
Tempo: 52m03s. Percurso: 15 km.
Participantes: 858 atletas. Chegada: 660 atletas.

1998 – Olivera Jevtic (IUG)
Tempo: 51m35s. Percurso: 15 km.
Participantes: 824 atletas. Chegada: 634 atletas.

1999 – Lydia Cheromei (QUE)
Tempo: 51m29s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.048 atletas. Chegada: 806 atletas.

2000 – Lydia Cheromei (QUE)
Tempo: 50m33s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.184 atletas. Chegada: 911 atletas.

2001 – Maria Zeferina Baldaia (BRA)
Tempo: 52m09s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.280 atletas. Chegada: 952 atletas.

2002 – Marizete de Paula Rezende (BRA)
Tempo: 54m02s. Percurso: 15 km.
Participantes: 2.000 atletas Chegada: 1.146 atletas.

2003 – Margaret Okayo (QUE)
Tempo: 51m24s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.740 atletas. Chegada: 1.317 atletas.

2004 – Lydia Cheromei (QUE)
Tempo: 52m58s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.998 atletas. Chegada: 1.539 atletas.

2005 – Olivera Jevtic (Sérvia e Montenegro)
Tempo: 51m37s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.998 atletas Chegada: 1.821 atletas.

2006 – Lucélia Oliveira Peres (BRA)
Tempo: 51m23s. Percurso: 15 km.
Participantes: 2.000 atletas Chegada: 1.327 atletas.

2007 – Alice Timbilili (QUE)
Tempo: 51m37s. Percurso: 15 km.
Participantes: 3.000 atletas. Chegada: 2.550 atletas.

2008 – Yimer Wude Ayalew (ETI)
Tempo: 51m37s. Percurso: 15 km.
Participantes: 3.000 atletas. Chegada: 2755 atletas.

2009 – Pasalia Kipkoech Chepkorir (QUE)
Tempo: 52m30s. Percurso: 15 km.

2010 – Alice Timbilili (QUE)
Tempo: 50m19s. Percurso: 15 km.
Participantes: 3.000 atletas. Chegada: 2.658 atletas.

2011 – Priscah Jeptoo (QUE)
Tempo: 48min48 Percurso: 15 km

2012 – Maurine Kipchumba (QUE)
Tempo: 51min42 Percurso: 15 km

2013 – Nancy Kipron (QUE)
Tempo: 51min58 Percurso: 15 km

2014 – Yimer Wude Ayalew (ETI)
Tempo: 50min43s Percurso: 15 km

2015 – Yimer Wude Ayalew (ETI)
Tempo: 54min0s Percurso: 15 km

2016 – Jemima Sumgong (QUE)
Tempo: 48min35s Percurso: 15 Km

2017 – Flomena Daniel (QUE)
Tempo: 50min17s. Percurso: 15 Km.

2018 – Sandrafelis Chebet Tuei (QUE)
Tempo: 50min02s. Percurco: 15 km.

2019 – Brigid Kosgei (QUE)
Tempo: 48min54s. Percurco: 15 km.

2020 – Cancelado

2021 – Sandrafelis Chebet Tuei (QUE)
Tempo: 50min06s Percurso: 15 km

2022 – Catherine Reline (QUE)
Tempo: 49min39s Percurso: 15 km

2023 – Catherine Reline (QUE)
Tempo: 49min54s Percurso: 15 km

2024 – Agnes Keino (QUE)
Tempo: 51min25s Percurso: 15 km

2025 – Sisilia Ginoka Panga (TAN)
Tempo: 51min09s

Fontes: São Silvestre; O Globo; Band

Campeonato Roraimense de Futsal

Realizado pela Federação Roraimense de Futsal (FRFS)

Fundada em 11 de março de 1991, a Federação tem sido, ao longo dessas décadas, um importante pilar na organização, promoção e fortalecimento do futsal roraimense.

Clube Atlético Independente, campeão de 2022, foi dirigido pela treinadora Daiana Lima

Notas:

O Constelação mantém hegemonia no futsal roraimense. Criado em 1998, o time foi à primeira final em 2000.

Em 15 de novembro de 2011, o professor de Educação Física, Osmar Júnior, criou o Vivaz depois de divergir com a filosofia do irmão Olano Matos, técnico do Constelação, o maior campeão do estado. Logo ele que participou de tantas conquistas pelo time que tornar-se-ia seu maior rival.

O Clube Atlético Independente, campeão de 2022, foi dirigido pela treinadora Daiana Lima, que se tornou a primeira mulher a ser campeã do Campeonato Roraimense de Futsal – Divisão Especial na história.

Ano Campeão Vice
1993 Rio Negro
1994 Náutico AABB
1995 AABB Juventos
1996 Juventos AABB
1997 Salada AABB
1998 Salada Centenário
1999 Torino Centenário
2000 Xamego Constelação
2001 Pacaraima Torino
2002 Centenário Constelação
2003 Xamego Constelação
2004 Constelação Xamego
2005 Constelação Atalanta
2006 Constelação Barcelona
2007 Constelação Pacaraima
2008 Constelação Ceará
2009 Constelação Buriti
2010 Constelação Tiradentes
2011 Constelação Tiradentes
2012 Constelação CA Independente
2013 EC Airton Casarão (Mucajaí) CA Independente
2014 Constelação CA Independente
2015 Constelação EC Airton Casarão (Mucajaí)
2016 Constelação CA Independente
2017 Constelação EC Vivaz
2018 Constelação EC Vivaz
2019 EC Vivaz Constelação
2020 EC Vivaz Constelação
2021 EC Vivaz Sporting Roraima
2022 CA Independente Buriti
2023 Constelação CA Independente
2024 Constelação EC Airton Casarão (Mucajaí)
2025 Constelação Buriti

Fontes: Campeões e vices no Facebook da FRFS; Campeões e vices Portal GE.

Campeonato Brasiliense de Xadrez Absoluto

Galeria dos Campeões

1961 – Geraldo Seabra

1962 – Geraldo Seabra

1963 – J. Benício Melo

1964 – Marcos Moennich

1965 – Marcos Moennich

1966 – Marcos Moennich

1967 – Marcos Moennich

1968 – Marcos Moennich e Lincoln Lucena

1969 – Marcos Moennich

1970 – Marcos Moennich

1971 – Milton Santos e Lincoln Lucena

1972 – Marcos Moennich

1973 – Marcos Moennich

1974 – Roberto Assunção e João Alberto G. Souza

1975 – Gerd Fonrobert

1976 – Ignácio Barros Barreto

1977 – Fernando Vasconcellos

1979 – Gerd Fonrobert

1980 – Lincoln Lucena

1981 – Lincoln Lucena

1982 – Gerd Fonrobert

1982 – Marcos Roland

1983 – Gerd Fonrobert

1984 – Gerd Fonrobert

1985 – Gerd Fonrobert

1986 – Gerd Fonrobert

1987 – Adriano Valle

1988 – Sandro Trindade

1989 – Lincoln Lucena

1990 – Waldemiro Andrade

1991 – Sandro Trindade

1992 – Sandro Trindade

1993 – Marcos Silveira

1994 – Airton Ferreira de Souza

1995 – Adriano Valle

1996 – Adriano Valle

1997- Marcos Silveira

1998- Adriano Valle

1999 – Adriano Valle

2000 – Marcos Silveira

2001 – Luís Henrique Coelho

2002 – Adriano Valle

2003 – Luís Henrique Coelho

2004 – Luís Henrique Coelho

2005 – Adriano Valle

2006 – Adriano Valle

2007 – Heverton Gisclan

2008 – Victor Shumyatsky

2009 – Victor Shumyatsky

2010 – Victor Shumyatsky

2011 – Adriano Valle

2012 – Victor Shumyatsky

2013 – Lincoln Lucena

2014 – Gustavo Sartori Pottker

2015 – Adriano Valle

2016 – Adriano Valle

2017 – Flávio Sposto Pompêo

2018 – Lincoln Lucena

2019 – Diogo Duarte Guimarães

2020 – Torneio não realizado

2021 – Davi da Silva Nascimento

2022 – Adriano Valle

2023 – Lucas Aguiar Cunha

2024 – Lucas Aguiar Cunha

Fonte: fbx.org.br/galeria

Liga Santa Catarina de Handebol Feminino Adulto

Antes da criação da Liga Santa Catarina de Handebol, foram disputadas uma série de amistosos em 2010, denominada “Encontro de Handebol”, em São Bento do Sul. O evento reuniu equipes de base de São Bento do Sul, Rio Negrinho, Balneário Camboriú, Itajaí e Jaraguá do Sul, nas categorias masculino e feminino.

Esses encontros, também chamados de festivais, deram origem a Copa Leste-Norte entre 2011 e 2013. Entre 2014 e 2016 a copa passou a ser substituída pelo Campeonato Leste-Norte. Com o êxito destas competições foi criada a Liga Santa Catarina de Handebol em 3 de junho de 2017, inicialmente com competições apenas no feminino.

Confira a galeria dos campeões após a criação da LSCH no Feminino Adulto.

Nota: E = Divisão Especial.

Campeões da Liga Santa Catarina

Ano Campeão Vice
2017 Balneário Camboriú Treviso
2017-E Blumenau Itajaí
2018 Balneário Camboriú São Bento
2019 Blumenau Balneário Camboriú
2020 não houve disputa
2021 FMEBC/Balneário Camboriú ACRIHF/Criciúma
2022 Extra AHI/Itajaí H3M/Curitiba-PR
2022-E ABLUHAND/Blumenau ACRIHF/Criciúma
2023 FMEBC/Balneário Camboriú Chapecó
2024 AHI/Itajaí HandLages/Lages
2025 ABLUHAND/Blumenau AHI/Itajaí

Fontes: Título de 2025; Galeria de Campeões

Campeonato Mundial de Futebol de Salão – 1982

Realizado pela FIFUSA – Federação Internacional de Futebol de Salão, tendo como Presidente, o brasileiro Januário D’Aléssio.

O investimento foi de 50 milhões de cruzeiros. A promoção e divulgação do campeonato foi feita pela empresa Comunicações Nicoline.

O primeiro mundial foi realizado em São Paulo em 1982, de 30 de maio a 06 de junho, no Ginásio do Ibirapuera. Foi o grande passo para uma maior divulgação do esporte no mundo, pela primeira vez três continentes (Américas do Norte e Sul, Ásia e Europa) reuniram-se para disputar um campeonato que representou a maturidade de uma empolgante modalidade esportiva.

A Costa Rica entrou na competição no lugar da seleção do México que havia comunicado sua desistência às vésperas do início do mundial.

A seleção do Japão foi montada com dois jogadores de futebol de campo que faziam intercâmbio no Brasil e complementada com jogadores de futebol de campo e futebol de salão descendentes de japoneses que viviam no Brasil.

A seleção da Tchecoslováquia era considerada, na época, a melhor equipe de futebol de salão da Europa.

Vale ressaltar que na Itália, Japão, Holanda e Tchecoslováquia, por exemplo, as regras são outras. E até a bola é diferente. Com a realização desse mundial, conseguiu-se unificar as regras.

O jogo final foi entre Brasil e Paraguai, vitória brasileira com gol de Jackson (1 a 0), no Ginásio do Ibirapuera, que estava completamente lotado (mais de 11 mil pessoas) apesar do horário, meio dia, e da transmissão ao vivo pela Rede Globo, na voz de Luciano do Vale. O placar eletrônico do Ginásio do Ibirapuera foi desligado pois a cronometragem da partida deveria ser feita somente na mesa, de acordo com as regras da época.

A Taça e a equipe titular do Brasil.

Árbitros Brasileiros no Mundial:

Pedro Carlos Bregalda do Carmo (RJ)
Daniel Pomeroy (RJ)
José Carlos das Dores (SP)
José Carlos Gomes Nascimento (SP)
Paulo Afonso Veck (RS)
Paulo César Leopardo (RS)
João Bosco Sobrinho (PR)
Manoel Araújo Filho (CE)
Antonio Carlos Gentil (BA)

Fase Classificatória

GRUPO A – Brasil, Argentina, Costa Rica, Uruguai e Tchecoslováquia

30/05/1982- Brasil 5 x 0 Argentina
Local: Ibirapuera, em São Paulo (SP)
Juiz: Héctor Spósito (Uruguai)
Renda: Cr$ 1 740 050 00 – Público: 4 204
Gols: Douglas 2s e 10 do 1º tempo; Douglas 2, Cacá 3 e Jackson 10 do 2º tempo.
Brasil: Beto, Valmir (Jorginho), Cacá (Paulinho), Jackson (Leonel) e Douglas (Miral). Técnico: César Vieira.
Argentina: Gamarra, Muñoz (Prieto), Brugger, Minerva e Armas (Zimmermman). Técnico: Fred Tavares.

31/05/1982 Uruguai 2 x 0 Tchecoslováquia
31/05/1982 Brasil 14 x 0 Costa Rica

01/06/1982 Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia
01/06/1982 Uruguai 8 x 1 Costa Rica

02/06/1982 Argentina 1 x 1 Thecoslováquia

03/06/1982 Argentina 6 x 3 Costa Rica
03/06/1982 Brasil 5 x 1 Uruguai

04/06/1982 Thecoslováquia 7 x 1 Costa Rica
04/06/1982 Uruguai 4 x 2 Argentina

Classificados: 1º Brasil e 2º Uruguai

GRUPO B – Paraguai, Itália, Japão, Colômbia e Holanda

30/05/1982 Japão 2 x 0 Itália
Local: Ibirapuera (rodada dupla), em São Paulo (SP).
Juiz: Pedro Bregalda (Brasil).
Gols: Ishizuka 7 e Kumon 15 do 2º tempo.
Japão: Togawa, Tajima, Kumon, Nakamura (Hirata, depois Obara) e Ishizuka. Técnico: Takeda Yoshic.
Itália: Bergamini, Batti (Roscioli), Morgante, Fomicela (Roversi, depois De Nigris) e Forte. Técnico: Fabio Citti.

31/05/1982 Colômbia 5 x 0 Japão
31/05/1982 Paraguai 5 x 3 Itália

01/06/1982 Holanda 3 x 2 Japão
01/06/1982 Itália 3 x 2 Colômbia

02/06/1982 Paraguai 6 x 1 Holanda

03/06/1982 Colômbia 5 x 2 Holanda
03/06/1982 Paraguai 14 x 0 Japão

04/06/1982 Paraguai 2 x 1 Colômbia
04/06/1982 Holanda 2 x 1 Itália

Classificados: 1º Paraguai e 2º Colômbia

Semifinais

05/06/1982 Brasil 4 x 1 Colômbia
05/06/1982 Paraguai 2 x 0 Uruguai

Decisão do 3º Lugar

06/06/1982 Colômbia 0 x 0 Uruguai*
* Nos penais Uruguai venceu por 2 a 1.
Marcaram Telechea e García, para o Uruguai; e Rosas, para a Colômbia.

Final

06/06/1982- Brasil 1 x 0 Paraguai
Local: Ibirapuera, em São Paulo (SP)
Juiz: Hermes Mancilla (Colômbia)
Renda: CR$ 5 528 700,00 – Público: 11 289
Gol: Jackson 7 do 2º tempo.
Brasil: Beto, Valmir (Paulinho), Jackson, Douglas e Cacá (Branquinho). Técnico: César Vieira.
Paraguai: Romero (González), Villalba, Lezcano (Ruiz), Barrientos (Adolfo Tuiz) e Carosini. Técnico: Eulalio Lezcano.

Elenco brasileiro:

Beto – José Roberto Coelho Santana
Camisa 19 – goleiro – (Sumov -CE)

Pança – Marcelo Pazzini
Camisa 20 – goleiro (Gercan -SP)

Barata – Alexandre Zilles
Camisa 1 – goleiro (Grêmio – RS)

Paulinho – Paulo Ladislau Rosas
Camisa 2 – fixo (Gercan – SP)

Leonel – Leonel Pereira de Alencar Neto
Camisa 3 – ala (Sumov – CE)

Paulo César – Paulo César C.de Souza
Camisa 4 – fixo (América – RJ)

Valmir – Valmir José de Almeida
Camisa 5 – fixo (Huracan – MG)

Carlos Alberto – Carlos Alberto C.Garcia
Camisa 6 – pivô (América – RJ)

Miral – Almir Franco de Lima
Camisa 7 – pivô (Residência – SP)

Branquinho – Carlos Alberto Fellippsen
Camisa 8 – ala (Sumov -CE)

Cacá – Luiz Carlos Bezerra
Camisa 9 – ala (Sumov – CE)

Paulo Bonfim – Paulo M.S.F. Bonfim
Camisa 10 – ala (Olympico – MG)

Jorginho – Jorge E.F. Pinheiro
Camisa 11 – ala (Atlântica Boa Vista – RJ)

Douglas – Douglas Pierrotti
Camisa 13 – pivô (Gercan -SP)

Jackson – Jackson J.B.M. dos Santos
Camisa 12 – ala (Olympico – MG)

Treinador: Júlio César Vieira Lima

Artilharia:

Ramón Carossini, do Paraguai, com 11 gols.
Douglas Pierrotti, do Brasil, com 10 gols.

Melhor jogador do mundial:

Jackson – camisa 12 (Brasil)

Equipe mais disciplinada:

Tchecoslováquia

Confira Todos os Campeões da Copa do Mundo de Futsal da FIFA e FIFUSA

Fontes:
Placar Magazine 11 junho 1982
FutsalPédia

Copa do Mundo de Futsal

Nesta lista, além da história e dos campeões, temos os artilheiros, vencedores do prêmio bola de ouro, e maiores goleadas.

A Copa do Mundo de futsal é uma competição de seleções disputada desde o começo dos anos 80, mais precisamente em 1982.

As três primeiras edições foram organizadas pela FIFUSA, fundada em 25 de julho de 1971, entidade que comandou e organizou o desporto durante duas décadas.

A partir de 1989 a FIFA passou a administrar o futsal e criou seu próprio campeonato mundial.

Apesar da extinção da FIFUSA, o seu mundial de futebol salão não deixou de existir e, a partir de 2003, essa competição passou a ser gerida pela associação mundial de futsal (AMF).

A primeira edição realizada pela FIFUSA

Em 1982, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a Fifusa organizou o 1º Campeonato Mundial de Futebol de Salão, com a participação de Brasil, Argentina, Costa Rica (que substitui o México por desistência), Tchecoslováquia, Uruguai, Colômbia, Paraguai, Itália, Holanda e Japão.

O Brasil venceu a final do Paraguai por 1 a 0 com gol de Jackson, foram campeões neste mundial Pança, Barata, Beto, Walmir, Paulo César, Paulinho Rosas, Leonel, Branquinho, Cacá, Paulo Bonfim, Jackson, Jorginho, Douglas, Carlos Alberto, Miral, treinados por César Vieira.

O primeiro mundial foi um marco, a partir de então o futebol de salão começou a despertar o interesse da Fifa, que começou a criar muitas dificuldades para todas as competições patrocinadas pela Fifusa, e ameaçava nos jornais da época em redigir novas regras para o “futebol de cinco” e noticiava que iria patrocinar um mundial.

A primeira edição realizada pela FIFA

Em janeiro de 1989, Álvaro Melo Filho autorizou a equipe do Bradesco a representar o Brasil, na Holanda, na 1º Copa do Mundo de Futsal da Fifa, obtendo o título de campeão mundial. Desta competição participaram 16 seleções nacionais, divididas em quatro grupos.

Os participantes foram: Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hungria, Itália, Japão, Paraguai e Zimbabwe.

É interessante assinalar que o Brasil, que havia perdido o último mundial da Fifusa, realizado em novembro de 1988, recuperou o título no primeiro mundial da Fifa, disputado em janeiro de 89, ou seja, menos de dois meses depois.

A partir de 1992 as Copas do Mundo de Futsal da Fifa passaram a ser realizadas de quatro em quatro anos, seguindo o mesmo modelo adotado para o futebol.

Nota: A edição de 2020 só foi realizada em 2021.

Galeria de campeões do Mundo

FIFUSA

Ano Campeão Vice 3º Lugar
1982 Brasil Paraguai Uruguai
1985 Brasil Espanha Paraguai
1988 Paraguai Brasil Espanha

FIFA

1989 Brasil Holanda Estados Unidos
1992 Brasil Estados Unidos Espanha
1996 Brasil Espanha Rússia
2000 Espanha Brasil Portugal
2004 Espanha Itália Brasil
2008 Brasil Espanha Itália
2012 Brasil Espanha Itália
2016 Argentina Rússia Irã
2021 Portugal Argentina Brasil
2024 Brasil Argentina Ucrânia

Artilheiros por edição

Brasil 1982 – Ramón Carossini (Paraguai) 11 gols
Espanha 1985 –
Austráloa 1988 – Ortiz (Brasil) 18 gols
Holanda 1989 – Laszlo Zsadanyi (Hungria) 7 gols
Hong Kong 1992 – Saeid Rajabi (Irã) 16 gols
Espanha 1996 – Manoel Tobias (Brasil) 14 gols
Guatemala 2000 – Manoel Tobias (Brasil) 19 gols
Taipé Chinesa 2004 – Falcão (Brasil) 13 gols
Brasil 2008 – Pula (Rússia) 16 gols
Tailândia 2012 – Eder Lima (Rússia) 9 gols
Colômbia 2016 – Ricardinho (Portugal) 12 gols
Lituânia 2021 – Ferrão (Brasil) 9 gols
Uzbequistão 2024 – Marcel (Brasil) 10 gols

Vencedores da Bola de Ouro

1989: Victor Hermans (Holanda)
1992: Jorginho (Brasil)
1996: Manoel Tobias (Brasil)
2000: Manoel Tobias (Brasil)
2004: Falcão (Brasil)
2008: Falcão (Brasil)
2012: Neto (Brasil)
2016: Fernando Wilhelm (Argentina)
2021: Ricardinho (Portugal)
2024: Dyego (Brasil)

Maiores Goleadas

Rússia 31 x 2 Ilhas Salomão (2008)
Gols da Rússia: Pula (9), Sirilo (6), Damir Khamadiev (5), Vladislav Shayakhmetov (4), Konstantin Maevskiy (2), Dmitrii Prudnikov (2), Konstantin Agapov, Marat Azizov, Nikolay Pereverzev.

Brasil 29 x 1 Japão (1988)

Guatemala 2 x 29 Brasil (2000)
Gols do Brasil: Manuel Tobias (6), Fininho (5), Anderson (3), Falcão (3), Schumacher (3), Vander (3), Índio (2), Joan (2), Almir, Lenísio.

Ilhas Salomão 0 x 21 Brasil (2008)
Gols do Brasil: Falcão (6), Lenísio (4), Betão (3), Schumacher (3), Wilde (2), Carlinhos, Gabriel, Vinícius.

Espanha 19 x 2 Nova Zelândia (1988)

Cuba 0 x 18 Brasil (1996)
Gols do Brasil: Manoel Tobias (5), Fininho (4), Sandrinho (3), Choco (2), Clóvis (2), Djacir, Waginho.

Austrália 16 x 0 Hungria (1988)

Brasil 16 x 0 Panamá (2012)
Gols do Brasil: Ari (3), Jé (3), Fernandinho (2), Rafael (2), Rodrigo (2), Falcão, Neto, Simi, Vinícius.

Rússia 16 x 0 Ilhas Salomão (2012)
Gols da Rússia: Eder Lima (7), Alexsandr Fukin (2), Sergey Sergeev (2), Dmitri Prudnikov, Pula, Robinho, Sirilo, Pavel Suchilin.

Brasil 16 x 1 Holanda (1985)

Brasil 15 x 1 Japão (1985)

Brasil 15 x 1 Costa Rica (1992)
Gols do Brasil: Ortiz (4), Fininho (3), Jorginho (2), Manoel Tobias (2), Chiquinho, Morillo, Rogerio Motta, Vander

Uruguai 15 x 2 Itália (1988)

Brasil 15 x 3 Moçambique (2016)
Gols do Brasil: Falcão (3), Ari (2), Dieguinho (2), Fernandinho (2), Rodrigo (2), Xuxa (2), Bateria, Jackson.

Brasil 14 x 0 Costa Rica (1982)

Paraguai 14 x 0 Japão (1982)

Brasil 13 x 0 Líbia (2012)
Gols do Brasil: Fernandinho (4), Jé (3), Rodrigo (2), Gabriel, Neto, Rafael, Vinícius.

Uruguai 13 x 3 Hungria (1988)

Austrália 12 x 0 Itália (1988)

Brasil 12 x 0 Estados Unidos (1988)

Taipé Chinesa 0 x 12 Egito (2004)
Gols do Egito: Gehad Elsayed (3), Abdel Mawla (3), Ayman Ibrahim (2), Abdelhamid Mohamed, Khaled Mahmoud, Abdel Hakim Mohamed, Tai Lin Tseng OG.

Fonte: fifa.com/fifaplus; fifa.com Artilharia; fifa.com Maiores Vitórias

História do time de futsal GERCAN

Clube já foi considerado uma seleção

Equipe do Gercan Futsal em 1985

Ficha do Clube

GERCAN
Grêmio Esportivo Recreativo Cartório Adalberto Netto
Fundado em 21 de julho de 1965
Local: Centro – São Paulo-SP
Seu escudo apresentava as iniciais GERCAN destacadas.

O Cartório

Em 11 de março de 1937 foi criado o 3º Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca da Capital, atualmente instalado na Rua Libero Badaró, nº 425 – 29º andar, em São Paulo.

O primeiro registrador foi Adalberto Bueno Netto, seguido de Carlos Alberto Bueno Neto, que esteve na serventia até 1978, quando a titularidade passou para José Maria Siviero, atual oficial registrador.

História do Clube

O GERCAN, abreviatura de Grêmio Esportivo Recreativo Cartório Adalberto Netto, foi o time deste cartório que fica no centro de São Paulo. A equipe foi fundada no dia 21 de julho de 1965, e foi uma das principais equipes do antigo futebol de salão. Formado a princípio por funcionários da própria empresa. Por cerca de quinze anos disputou campeonatos extraoficiais, até passar a disputar os campeonatos oficiais da FPFS (Federação Paulista de Futebol de Salão), em 1980. Jogava como mandante no Ginásio da Basílica da Penha.

Em 1983 teve a oportunidade de conquistar a Taça Brasil de Clubes Campeões, mas foi derrotado na grande final pelo Vasco da Gama (RJ) nas penalidades por 2 a 1, após empate no tempo normal e na prorrogação em 0 a 0. O jogo foi disputado no Ginásio do Ibirapuera, em 25 de setembro.
O GERCAN jogou com Pança, Paulinho, Radamés, Júnior (Valmir Preto) e Douglas; o Vasco com Almir, Tachinha, Babau (Zé Marcos), Jaminho (Manabu) e Vevé (Ávila). O Juiz foi Aderval Silva (RS).

Em 1984, a equipe fez uma excursão ao Japão, para exibir a verdadeira Arte do Futebol de Salão. O time do Gercan é lembrado como um dos marcos do intercâmbio de futsal entre Brasil e Japão na história da modalidade.

Em pé: Paulinho Rosas, Marcos Barbosa, Robertão, Marquinhos Groselha, Nelsão, Paulo de Tarso (Médico), não identificado e Douglas. Agachados: Renatinho, Pança, Valmir Preto, João Luiz, Radamés, não identificado e Natan (Massagista). Crédito Foto: Flávio Siviero

Foto do Gercan no Japão – Década de 80

Gercan no Japão. Em pé, da esq. p/ dir.: Jose Maria Siviero ( Proprietário do Gercan), Pança, João Luís e o técnico Marcos Barbosa. Agachados: Nelsão, Walmir Preto e Douglas. Foto reprodução / Flavio Eduardo Siviero.

Segundo uma matéria na Revista Placar, de 28 de abril de 1986, o GERCAN “É o rei do Salão no Estado e, além de ser tetracampeão paulista, cobra 10 000 cruzados para fazer cada um dos seus 20 amistosos anuais”. Na mesma matéria diz “O GERCAN é um hobby do escrivão José Maria Siviero, que, ao lado de distribuir empregos a seus craques, investe do próprio bolso 600 000 mil cruzados anuais. Todo material esportivo é financiado pela Penalty, o que equivale a uns 200 000 cruzados anuais”.

O craques

Nomes do esporte como Douglas Pierrotti, dono de poderosos chutes, artilheiro paulista de 1981 a 1984, quando marcou 54 gols; Medina, Pança, PC de Oliveira, Radamés – vencedor do troféu Futsal Melhor do Ano de 1983; Serginho e Valmir Preto vestiram a camisa do GERCAN. E segundo conta a história do futebol de salão, muitos dos atletas jogaram por amor à equipe, conciliando o trabalho no Cartório com os treinos e jogos.

Douglas e Valmir astros do Gercan em 1984 trabalhando no Cartório
Douglas e Valmir astros do Gercan, trabalhando no Cartório em 1984

Marcos Barbosa, ex-técnico do clube, era funcionário como Escrevente do 4º Cartório em 1984, concorrente direto do Adalberto Netto, lembrado por muitos salonistas como um dos grandes responsáveis para a formação de elencos vitoriosos do GERCAN.

O GERCAN construiu uma rivalidade notável com equipes como a General Motors e o Corinthians nas décadas de 70 e 80, sendo considerada uma das melhores equipes da época.

O time encerrou suas atividades competitivas anos após o seu auge, provavelmente em 1986, após perder o patrocínio da Cerâmica e Arte Nova, ficando na memória dos amantes do futsal como um dos maiores times da história da modalidade no Brasil.

Títulos do GERCAN:

04 Campeonato Estadual: 1982, 1983, 1984, 1985
01 Campeonato Paulista Série A1: 1984
01 Campeonato Metropolitano: 1984
03 Campeonato Aberto do Estado: 1977, 1978 e 1979
01 Copa João Ramalho: 1978
01 Torneio da Vila Matilde: 1978
02 Torneio da Justiça: 1978, 1979)
01 Torneio da Bondade: 1979
01 Taça de Prata: 1979
01 Troféu Mario Hato Principal: 1979
01 Troféu Galo de Prata Principal: 1978

01 Campeonato Estadual Sub-20: 1982
01 Campeonato Metropolitano Sub-20: 1984

Fontes:
Placar Magazine – 20 de julho de 1984
Jornal do Brasil – 26 de setembro de 1984
Placar Magazine – 28 de abril de 1986
ANOREG – SP
FPFS

Campeonato Brasileiro de Rugby XV – Masculino

O Campeonato Brasileiro de Rugby XV, também conhecido como Super 12, é o principal torneio de Rugby Union do Brasil.

O clube introdutor

O The São Paulo Athletic Club (depois aportuguesado para Clube Atlético São Paulo), ou Clube Inglês, como é conhecido, ou ainda SPAC, tem o mérito de ser o pioneiro em esportes como o Squash, o Rugby e o Bowls, este último só praticado no SPAC.

A competição

O Campeonato Brasileiro de Rugby XV é a principal competição de Rugby Union do Brasil, promovido pela CBRu (Confederação Brasileira de Rugby).

A primeira entidade reguladora do esporte no Brasil foi a União de Rugby do Brasil, fundada em 06 de outubro de 1963, e substituída pela Associação Brasileira de Rugby, fundada em 20 de dezembro de 1972. Em 2010, nasceu a Confederação Brasileira de Rugby, depois da reintrodução do Rugby nos Jogos Olímpicos. A CBRu é responsável por todas as modalidades do Rugby Union, entre elas o Rugby XV, o Rugby Sevens, o Beach Rugby e o Tag Rugby.

Nota: Em 2013, quando comemorava 30 anos de existência, o Bandeirantes Rugby Clube anunciou parceria inédita na América do Sul com o Saracens Rugby Club de Londres, Inglaterra, passando então a ser chamado de São Paulo Saracens Bandeirantes (Band Saracens).

(*) Em 1976 e 1983 o título foi dividido.

ANO CAMPEÃO VICE CAMPEÃO
1964 São Paulo Athletic (SP)
1965 São Paulo Athletic (SP)
1966 São Paulo Athletic (SP)
1967 São Paulo Athletic (SP)
1968 São Paulo Athletic (SP)
1969 São Paulo Athletic (SP)
1970 São Paulo Barbarians (SP)
1971 São Paulo Barbarians (SP)
1972 FUPE (SP)
1973 Medicina Rugby (SP)
1974 São Paulo Athletic (SP)
1975 São Paulo Athletic (SP)
1976* São Paulo Athletic (SP) e Niterói Rugby FC (RJ)
1977 São Paulo Athletic (SP)
1978 São Paulo Athletic (SP)
1979 Niterói Rugby FC (RJ)
1980 Alphaville TC (Barueri/SP)
1981 Medicina Rugby (SP)
1982 Alphaville TC (Barueri/SP)
1983* – Niterói Rugby FC (RJ) e Alphaville TC (Barueri/SP)
1984 Niterói Rugby FC (RJ) Alphaville TC (Barueri/SP)
1985 Alphaville TC (Barueri/SP)
1986 Niterói Rugby FC (RJ)
1987 Pasteur AC (SP)
1988 Bandeirantes RC (SP)
1989 Alphaville TC (Barueri/SP)
1990 Niterói Rugby FC (RJ)
1991 Alphaville TC (Barueri/SP)
1992 Alphaville TC (Barueri/SP)
1993 Rio Branco RC (SP)
1994 Pasteur AC (SP)
1995 Bandeirantes RC (SP)
1996 Desterro RC (SC) Bandeirantes RC (SP)
1997 Rio Branco RC (SP)
1998 Rio Branco RC (SP)
1999 São Paulo Athletic (SP)
2000 Desterro RC (SC)
2001 Bandeirantes RC (SP)
2002 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Bandeirantes RC (SP)
2003 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Bandeirantes RC (SP)
2004 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2005 Desterro RC (SC)
2006 Rio Branco RC (SP)
2007 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2008 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2009 Bandeirantes RC (SP)
2010 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Desterro RC (SC)
2011 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2012 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2013 São Paulo Athletic (SP)
2014 Curitiba RC (PR) São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2015 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP) Curitiba RC (PR)
2016 Curitiba RC (PR) Desterro RC (SC)
2017 Jacareí RC (Jacareí/SP) Farrapos RC (RS)
2018 AE Politécnica de Rugby (SP) Farrapos RC (RS)
2019 São José Rugby (S.J. dos Campos/SP)
2020 não disputado
2021 não disputado
2022 AE Politécnica de Rugby (SP) AE Jacarey Rugby (Jacarei/SP)
2023 Pasteur AC (SP) AE Politécnica de Rugby
2024 AE Jacarey Rugby (Jacarei/SP) Farrapos Rugby Clube (RS)
2025 AE Jacarey Rugby (Jacarei/SP) Farrapos Rugby Clube (RS)

Fontes: Finais no BrasilRugby; História do Rugby no Brasil; São José – Conquistas; Desterro Facebook; Band Saracens Rugby.

Campeões da WNBA – Women’s National Basketball Association

Criada pelo Conselho da NBA em 24 de abril de 1996, a Women’s National Basketball Association (WNBA) teve a sua primeira edição disputada no ano seguinte e, desde então, tem sido a casa dos melhores talentos do basquete feminino dos Estados Unidos e do mundo.

ANO CAMPEÃO VICE CAMPEÃO
1997 Houston Comets New York Liberty
1998 Houston Comets Phoenix Mercury
1999 Houston Comets New York Liberty
2000 Houston Comets New York Liberty
2001 Los Angeles Sparks Charlotte Sting
2002 Los Angeles Sparks New York Liberty
2003 Detroit Shock Los Angeles Sparks
2004 Seattle Storm Connecticut Sun
2005 Sacramento Monarchs Connecticut Sun
2006 Detroit Shock Sacramento Monarchs
2007 Phoenix Mercury Detroit Shock
2008 Detroit Shock San Antonio Silver Stars
2009 Phoenix Mercury Indiana Fever
2010 Seattle Storm Atlanta Dream
2011 Minnesota Lynx Atlanta Dream
2012 Indiana Fever Minnesota Lynx
2013 Minnesota Lynx Atlanta Dream
2014 Phoenix Mercury Chicago Sky
2015 Minnesota Lynx Indiana Fever
2016 Los Angeles Sparks Minnesota Lynx
2017 Minnesota Lynx Los Angeles Sparks
2018 Seattle Storm Washington Mystics
2019 Washington Mystics Connecticut Sun
2021 Chicago Sky Phoenix Mercury
2022 Las Vegas Aces Connecticut Sun
2023 Las Vegas Aces New York Liberty
2024 New York Liberty Las Vegas Aces
2025 Las Vegas Aces Phoenix Mercury

Fonte: Women’s National Basketball Association (WNBA)