História da Recra de Ribeirão Preto

Sociedade Recreativa e de Esportes

Ficha do Clube

Escudo da RecraSociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto
Fundado em 2 de dezembro de 1906
Endereço: Avenida 9 Julho, 299, Ribeirão Preto (SP)

Bem no coração de Ribeirão Preto

Num dos pontos mais privilegiados da cidade, bem no coração de Ribeirão Preto, está localizada a Sociedade Recreativa e de Esportes, a Recra, um clube tradicional, onde chegou a ter quase 31 mil sócios, entre titulares e dependentes, numa área de cerca de 17 mil metros quadrados. Na década de 1980, formou um time de vôlei que ficou entre os melhores do Brasil e que revelou atletas como a levantadora da seleção Fernanda Venturini.

A Recra é um capítulo importante da história de Ribeirão Preto. Surgiu no dia 2 de dezembro de 1906, com o nome Sociedade Recreativa de Ribeirão Preto, quando um grupo se reuniu com a finalidade de fundar um clube para reuniões sociais e políticas na época. Formada uma comissão para conseguir o capital necessário para as despesas de fundação, uma das primeiras medidas foi comprar um terreno, sendo escolhida uma área na esquina da rua Barão do Amazonas com a rua Duque de Caxias, onde já funcionou a Câmara de Vereadores e hoje está instalado o Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP).

O terreno foi comprado de Dona Maria Delgado Mendes por três contos de réis e nele construída a sede social, um prédio que hoje tem grande valor histórico para o município. A primeira diretoria teve como presidente o capitão Antônio Pereira da Silva Jr.

Da mescla entre a Recreativa e o Comercial Futebol Clube, de Ribeirão Preto, surgiu, em 3 de agosto de 1936, o brasão da entidade.

O nome da Recra era Sociedade Recreativa de Ribeirão Preto, porque na época disponibilizava somente recreações e reuniões políticas na sede da Rua Duque de Caxias. Como começavam se destacar as atividades esportivas no clube, em 9 de setembro de 1943 teve seu nome alterado para Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto. Nessa mesma data, o clube também mudou para a Avenida Nove de Julho.

Além dos esportes, o clube também destaca-se na área de eventos sociais. A boate Sunshine fez história e é uma das mais belas boates da cidade.
Entre os atletas que iniciaram carreira profissional na Recra e fizeram história, destacam-se Fernanda Venturini, Silvana Campos, Abílio Couto – o primeiro nadador a atravessar o Canal da Mancha.

A Recreativa já foi sede de grandes campeonatos, como o Banana Bowl nos anos de 1972, 1973 e 1975.

Perto de completar cento e vinte anos de história, a Recreativa tem uma trajetória de crescimento e de desenvolvimento invejável. O Clube nasceu sem finalidade lucrativa, com o objetivo de proporcionar reuniões sociais e culturais para seus associados. Com Piscinas, academia de ginástica dotada de modernos aparelhos, hidroginástica, aeróbica, pista de atletismo, as mais variadas modalidades esportivas, a Recra ajudou a escrever a história do esporte em Ribeirão Preto.

Decadência

Com o aparecimento dos condomínios residenciais, os clubes perderam a força a partir do fim da década de 1990. A queda na receita levou a Recra a uma dívida milionária e o prédio do clube passou a leilão.

Prédio da Recra
O prédio da Sede da Recra foi a leilão

Em 13 de agosto de 2024, o SESC – Serviço Social do Comércio de São Paulo oficializou a compra do prédio do Clube Recreativa, em um negócio que foi fechado 14 dias antes (31 de julho) pelo valor de R$ 44 milhões.

O motivo foi que nos últimos dez anos, a Recra acumulou série de dívidas e mais de 300 ex-funcionários entraram com processos na Justiça contra o clube. As ações trabalhistas somam R$ 40 milhões e, por este motivo, o prédio chegou a ser penhorado e colocado para leilão. A sede campestre (Recra Campo) não foi negociada, tranquilizando os associados, que poderão frequentar o espaço normalmente.

O Voleibol

Um dos clubes mais populares da cidade, a Recreativa começou a investir no vôlei em 1990. Com apoio de empresas públicas e privadas, montou uma equipe feminina forte. Jogadoras como Vânia, Isabel, Estefânia, Virna e Fernanda Venturini defenderam a Recra.

A Recra começou a despontar entre os grandes do volei nacional quando foi bicampeã consecutiva do Campeonato Paulista de Volei Feminino, em 1991 e 1992. Na época a equipe usava o nome fantasia de Blue Life/Recra, devido ao patrocinador.

Blue Life/Recra, bicampeã paulista 1991/1992, que contava com Isabel, Vânia, Fernanda Venturini, Estefânia e Virna.

Em 1993 teve início a era Nossa Caixa/Recra, nome pelo qual o time ficou conhecido na imprensa devido ao novo patrocinador. Foi a fase mais vitorioso da Recra.

A conquista do título inédito da Liga Nacional de Voleibol Feminino (atual Superliga) da temporada 1993/1994, foi o mais importante desse projeto, quando a equipe era patrocinada pelo Nossa Caixa.

Em 1994, a Nossa Caixa/Recra conquistou, ainda, o seu único título internacional, o Campeonato Sul-Americano de Campeões de Volei Feminino, em torneio disputado na cidade de Medellín, na Colômbia.

Em 1996, a Nossa Caixa deixou de ser a patrocinadora master da Recra, e a equipe adotou o nome fantasia de JC Amaral/Recra, devido ao novo patrocinador. Em 1997, uma nova mudança no patrocínio, fez com que o time adotasse o nome fantasia de Mesbla-Recra/Ribeirão Preto.

Com exceção do vice-campeonato Paulista em 1996, nota-se um declínio nos resultados da Recra até a edição da temporada 1999/2000, quando a equipe terminou na nona posição.

Por causa de novos problemas com patrocinadores, tornou-se inviável para a Recra manter o departamento de voleibol. O clube disputou sua última temporada nacional em 1999/2000, ano em que foi oficialmente desativado.

Todos os títulos no Voleibol

01 Campeonato Sul-Americano de Campeões: 1994

02 Liga Nacional de Volei Feminino: 1993, 1994

02 Campeonato Paulista de Volei Feminino: 1991, 1992

Ex-Presidentes

Antonio Pereira da Silva Júnior
16/12/1906 a 1/1/1909
Antonio Pereira da Silva Júnior

João Alves Meira Junior
17/1/1909 a 1/1/1913

Manoel Polycarpo
Moreira de Azevedo
1/1/1913 a 1/1/1915

João da Veiga Miranda
1/1/1915 1 16/1/1917

Edgardo Cajado
16/1/1917 a 1/1/1919
1/2/1925 a 6/1/1927
26/1/1929 a 6/1/1934
Edgardo Cajado - RECRA

Affonso Gerberllo
1/1/1919 a 16/1/1921

Victor Rebouças
6/1/1921 a 1/1/1923

Abilio Sampaio
1/1/1923 a 1/2/1925

Múcio Whitaker
6/1/1927 a 26/1/1929

Antonio Uchôa Filho
6/1/1934 a 16/12/1944
Antonio Uchôa Filho - RECRA

Ignácio Luiz Pinto
16/12/1944 a 16/12/1946

Geraldo Amaral da Silva
16/12/1946 a 23/12/1947

Valério Strang
23/12/1947 a 6/1/1951

Luiz Leite Lopes
6/1/1951 a 12/3/1952

Eugênio Rocha Ferreira
13/3/1952 a 6/1/1953

Roberto Taranto
6/1/1953 a 6/1/1955

Ubirajara Roxo
22/3/1955 a 14/1/1957

Djalma Malta Gomide
14/1/1957 a 30/11/1958

Ticiano Mazzetto
8/1/1959 a 3/3/1980

Octávio Barachini
6/1/1955 a 21/3/1955
3/3/1980 a 28/1/1983

Dirceu Oranges
27/3/1983 a 7/4/1985

Werther Guilherme Marchesan
19/3/1986 a 27/3/1992

Arthur Capuzzo
19/3/1992 a 28/3/1998

José Ayrton Dinamarco Roxo
28/3/1998 com o segundo mandato terminando em 28/3/2004

Fontes: História; Ex-presidentes

Campeonato Mineiro de Rugby XV

Organizado pela Federação Mineira de Rugby, fundada em 2009, tendo realizado seu primeiro campeonato no inicio de maio, no ano 2010.

Clubes de outros estados

O título mineiro de rugby de 2026 ficou na capital do país, no Distrito Federal. Nesta temporada, a Federação Mineira de Rugby abriu sua competição para clubes do DF, pelo primeiro ano, e Espírito Santo, pelo segundo ano, e o título ficou com o clube do outro lado da divisa. O Sem Fronteiras, em sua primeira participação na competição, conquistou o título após triunfo por 52 a 0 sobre os capixabas do Vitória, em partida realizada em Nova Lima, ficando com o título com uma rodada de antecedência.

O maior vencedor é a Associação Belo Horizonte Rugby Clube, fundada em 30 de outubro de 2003, com 10 títulos.

Ano Campeão Vice-Campeão
2010 Belo Horizonte RC
2011 Belo Horizonte RC
2012 Belo Horizonte RC
2013 Belo Horizonte RC
2014 Belo Horizonte RC
2015 Belo Horizonte RC
2016 Belo Horizonte RC
2017 Belo Horizonte RC
2018 Belo Horizonte RC
2019 Belo Horizonte RC
2024 Nova Lima
2025 Nova Lima
2026 Rugby Sem Fronteiras (DF) Nova Lima

Fonte: Lista dos Campeões

Campeões da Superliga Brasileira de Voleibol Masculino

Inicialmente chamada de Campeonato Brasileiro de Clubes de Voleibol Masculino, passou a se denominar Liga Nacional de Voleibol na temporada 1988-89. A partir de 1994-95 ganhou a denominação de Superliga Brasileira de Voleibol.

Nota: Em virtude da pandemia da COVID-19, a Superliga Banco do Brasil 19/20 foi encerrada sem campeão em ambos os naipes.

Campeonato Brasileiro de Clubes
Ano Campeão Vice-campeão
1976 Botafogo (RJ) Paulistano (SP)
1977 sem competição
1978 Paulistano (SP) Flamengo (RJ)
1979 sem competição
1980 Pirelli (SP) Fluminense (RJ)
1981 Atlântica/Boavista (RJ) Pirelli (SP)
1982 Pirelli (SP) Atlântica Boavista (RJ)
1983 Pirelli (SP) Bradesco/Atlântica (RJ)
1984 Minas (MG) Bradesco/Atlântica (RJ)
1985 Minas Tênis Clube (MG) Bradesco/Atlântica (RJ)
1986 Fiat/Minas (MG) Bradesco/Atlântica (RJ)
1987 Banespa (SP) Pirelli (SP)
Liga Nacional de Voleibol
1988/1989 Pirelli (SP) Fiat/Minas (MG)
1989/1990 Banespa (SP) Pirelli (SP)
1990/1991 Banespa (SP) Frangosul (RS)
1991/1992 Banespa/São Paulo (SP) Pirelli (SP)
1992/1993 Suzano/Hoechst (SP) Rhodia/Pirelli (SP)
1993/1994 Suzano/Hoechst (SP) Palmeiras/Parmalat (SP)
Superliga Brasileira de Voleibol
1994/1995 Frangosul/Ginástica (RS) Nossa Caixa/Suzano (SP)
1995/1996 Olympikus/Telesp (SP) Papel Report/Suzano (SP)
1996/1997 Papel Report/Suzano (SP) Banespa (SP)
1997/1998 Ulbra/Diadora (RS) Olympikus (RJ)
1998/1999 Ulbra/Pepsi (RS) Papel Report/Nipomed/Suzano (SP)
1999/2000 Telemig Celular/Minas (MG) Unisul (SC)
2000/2001 Telemig Celular/Minas (MG) Ulbra (RS)
2001/2002 Telemig Celular/Minas (MG) Banespa (SP)
2002/2003 Ulbra (RS) Unisul (SC)
2003/2004 Unisul (SC) Ulbra/São Paulo (RS)
2004/2005 Banespa/Mastercard (SP) Telemig Celular/Minas (MG)
2005/2006 Cimed (SC) Telemig Celular/Minas (MG)
2006/2007 Telemig Celular/Minas (MG) Cimed (SC)
2007/2008 Cimed (SC) Telemig Celular/Minas (MG)
2008/2009 Cimed/Brasil Telecom (SC) Vivo/Minas (MG)
2009/2010 Cimed/Malwee (SC) Bonsucesso/Montes Claros (MG)
2010/2011 Sesi (SP) Sada Cruzeiro (MG)
2011/2012 Sada Cruzeiro (MG) Vôlei Futuro (SP)
2012/2013 RJX (RJ) Sada Cruzeiro (MG)
2013/2014 Sada Cruzeiro (MG) Sesi (SP)
2014/2015 Sada Cruzeiro (MG) Sesi (SP)
2015/2016 Sada Cruzeiro (MG) Brasil Kirin Vôlei (SP)
2016/2017 Sada Cruzeiro (MG) Funvic/Taubaté (SP)
2017/2018 Sada Cruzeiro (MG) Sesi (SP)
2018/2019 EMSTaubaté Funvic Sesi (SP)
2019/2020 sem campeão
2020/2021 Taubaté Minas Tênis Clube
2021/2022 Sada Cruzeiro Fiat/Gerdau/ Minas Tênis Clube (MG)
2022/2023 Sada Cruzeiro Itambé Minas Tênis Clube
2023/2024 Sesi Bauru (SP) Vôlei Renata Campinas
2024/2025 Sada Cruzeiro Vôlei Renata Campinas
2025/2026 Sada Cruzeiro Vôlei Renata Campinas

Fonte: Confederação Brasileira de Voleibol.

Campeões da Superliga Brasileira de Voleibol Feminino

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) surgiu em 16 de agosto de 1954. Antes de sua fundação, o voleibol brasileiro era ligado à Confederação Brasileira de Desportos (CBD).

Observações:
• O Leite Moça mudou a denominação para Leites Nestlé.
• BCN mudou de nome para Finasa/Osasco (SP ).
• O Rexona com sede no Paraná mudou para o Rio de Janeiro na temporada 2004-05 e a denominação passou a Rexona-Ades, depois Unilever. Na temporada 2014-15 a Unilever (RJ) trocou o nome para Rexona-Ades.
• Após cinco vice-campeonatos consecutivos, a equipe de Osasco conquistou o título da Superliga 09/10 com o nome Sollys/Osasco, antes se chamava Finasa/Osasco. Foi a quarta vitória do Osasco, campeão também em 02/03, 03/04 e 04/05.

Campeonato Brasileiro de Clubes
Ano Campeão Vice-campeão
1976 Fluminense (RJ)
1977 Sem competição
1978 Flamengo (RJ)
1979 Sem competição
1980 Flamengo (RJ)
1981 Fluminense (RJ)
1982 Paulistano (SP)
1983 Supergasbras (RJ)
1984 Atlântica (RJ)
1985 Flamengo (RJ)
1986 Supergasbras (RJ)
1987 Lufkin (RJ)
Liga Nacional de Voleibol
1988/1989 Sadia (SP)
1989/1990 Sadia (SP)
1990/1991 Sadia (SP)
1991/1992 Colgate/São Caetano (SP)
1992/1993 L’Aqua/Minas (MG)
1993/1994 L’Aqua/Minas (MG)
Superliga Brasileira de Voleibol
1994/1995 Leite Moça (Sorocaba-SP) BCN (SP)
1995/1996 Leite Moça (Sorocaba-SP) BCN (SP)
1996/1997 Leites Nestlé (SP) Mizuno/Uniban (SP)
1997/1998 Rexona (PR) Leites Nestlé
1998/1999 Uniban/São Bernardo (SP) Rexona (PR)
1999/2000 Rexona (PR) MRV/Minas (MG)
2000/2001 Flamengo (RJ) Vasco (RJ)
2001/2002 MRV/Minas (MG) BCN/Osasco (SP)
2002/2003 BCN/Osasco (SP) MRV/Minas (MG)
2003/2004 Finasa/Osasco (SP) MRV/Minas (MG)
2004/2005 Finasa/Osasco (SP) Rexona-Ades (RJ)
2005/2006 Rexona-Ades (RJ) Finasa/Osasco (SP)
2006/2007 Rexona-Ades (RJ) Finasa/Osasco (SP)
2007/2008 Rexona-Ades (RJ) Finasa/Osasco (SP)
2008/2009 Rexona-Ades (RJ) Finasa/Osasco (SP)
2009/2010 Sollys/Osasco (SP) Unilever (RJ)
2010/2011 Unilever (RJ) Sollys/Osasco (SP)
2011/2012 Sollys/Nestlé (SP) Unilever (RJ)
2012/2013 Unilever (RJ) Sollys/Nestlé (SP)
2013/2014 Unilever (RJ) Sesi-SP
2014/2015 Rexona-Ades (RJ) Molico/Nestlé (SP)
2015/2016 Rexona-Ades (RJ) Dentil/Praia Clube (MG)
2016/2017 Rexona-Sesc (RJ) Vôlei Nestlé (SP)
2017/2018 Dentil/Praia Clube (MG) Sesc RJ
2018/2019 Minas Tênis Clube (MG) Praia Clube (MG)
2019/2020 – encerrada sem campeão
2020/2021 Minas Tênis Clube (MG) Praia Clube (MG)
2021/2022 Minas Tênis Clube (MG) Praia Clube (MG)
2022/2023 Praia Clube (MG) Minas Tênis Clube (MG)
2023/2024 Minas Tênis Clube (MG) Praia Clube (MG)
2024/2025 Osasco VC (SP) Sesi Vôlei Bauru (SP)
2025/2026 Dentil Praia Clube (MG) Gerdau Minas Tênis Clube (MG)

Fonte: Confederação Brasileira de Voleibol.

Torneio de Roland Garros – Feminino Simples

Embora tenha iniciado em 1897, a fase internacional do torneio só passou a ser jogada em 1925.

A competição

O Campeonato Francês de Tênis em Quadra de Saibro foi criado em 1891, em Paris. Somente em 1925 o torneio abriu suas portas para jogadores estrangeiros e passou a ser conhecido como “Aberto da França”.

O Aberto da França Feminino Simples é disputado durante duas semanas, entre o final de maio e o início de junho e, cronologicamente, é o segundo dos quatro torneios do Grand Slam da temporada de tênis feminino desde 1897.

Adine Masson
Adine Masson vencedora da primeira edição feminina em 1897

O Racing Club de France e o Stade Français de Paris se revezaram na organização do evento antes da competição ser transferida, em 1928, para o recém-construído Stade Roland Garros, onde é disputado desde então. O torneio era reservado para membros de clubes de tênis franceses até a primeira edição aberta a jogadores internacionais, em 1925.

Suzanne Lenglen Roland Garros 1920
Suzanne Lenglen, dá o nome do atual troféu.

De 1941 a 1944, o torneio ocorreu sob o regime de Vichy, sendo vencido duas vezes por Alice Weiwers e uma vez por Simone Iribarne Lafargue e Raymonde Jones Veber. Essas edições não são contabilizadas pela FFT na história do torneio e foram retroativamente denominadas Tournoi de France. Em 1945, sob o Governo Provisório da República Francesa, a campeã foi Lolette Payot. Mesmo tendo sido organizado pela Federação Francesa de Tênis, o evento de 1945 também não é contabilizado pela FFT na história do torneio.

As regras do torneio de simples feminino sofreram diversas alterações desde a primeira edição. O evento sempre foi disputado em formato eliminatório. Os registros mostram que as partidas sempre foram jogadas em melhor de três sets. O tie-break decisivo, em melhor de doze pontos, foi introduzido em 1973 para os dois primeiros sets.

A campeã recebe uma réplica em miniatura do Troféu Suzanne Lenglen, que é entregue desde 1979, e homenageia a lendária tenista francesa.

Coupe Suzanne Lenglen
Coupe Suzanne Lenglen

Confira todas as finais

Ano Campeã Finalista Placar
1897 Adine Masson (FRA) Suzanne Girod (FRA) 6/3 6/1
1898 Adine Masson (FRA)
1899 Adine Masson (FRA)
1900 Hélène Prévost (FRA)
1901 Suzanne Girod (FRA)
1902 Adine Masson (FRA)
1903 Adine Masson (FRA)
1904 Kate Gillou (FRA)
1905 Kate Gillou (FRA)
1906 Kate Gillou (FRA)
1907 Comtesse De Kermel (FRA)
1908 Kate Gillou (FRA)
1909 Jeanne Matthey (FRA)
1910 Jeanne Matthey (FRA)
1911 Jeanne Matthey (FRA)
1912 Jeanne Matthey (FRA)
1913 Marguerite Broquedis (FRA)
1914 Marguerite Broquedis (FRA)
1915 a 1919 – Não houve competição
1920 Suzanne Lenglen (FRA)
1921 Suzanne Lenglen (FRA)
1922 Suzanne Lenglen (FRA)
1923 Suzanne Lenglen (FRA)
1924 Julie Vlasto (FRA)
1925 Suzanne Lenglen (FRA) Kitty McKane (GBR) 6/1 6/2
1926 Suzanne Lenglen (FRA) Mary Browne (EUA) 6/1 6/0
1927 Cornelia Bouman (HOL) Irene Peacock (África do Sul) 6/2 6/4
1928 Helen Wills Moody (EUA) Eileen Bennett (GBR) 6/1 6/2
1929 Helen Wills Moody (EUA) Simonne Mathieu (FRA) 6/3 6/4
1930 Helen Wills Moody (EUA) Helen Jacobs (EUA) 6/2 6/1
1931 Cilly Aussem (ALE) Bethy Nuthall (GBR) 8/6 6/1
1932 Helen Wills Moody (EUA) Simonne Mathieu (FRA) 7/5 6/1
1933 Margaret Scriven (GBR) Simonne Mathieu (FRA) 6/2 4/6 6/4
1934 Margaret Scriven (GBR) Helen Jacobs (EUA) 7/5 4/6 6/1
1935 Hilde Sperling (ALE) Simonne Mathieu (FRA) 6/2 6/1
1936 Hilde Sperling (ALE) Simonne Mathieu (FRA) 6/3 6/4
1937 Hilde Sperling (ALE) Simonne Mathieu (FRA) 6/2 6/4
1938 Simonne Mathieu (FRA) Nelly Adamson Landry (FRA) 6/0 6/3
1939 Simonne Mathieu (FRA) Jadwiga Jedrzejowska (POL) 6/3 8/6
1940 a 1945 – Não houve competição
1946 Margaret Osborne (EUA) Pauline Betz (EUA) 1/6 8/6 7/5
1947 Patricia Todd (EUA) Doris Hart (EUA) 6/3 3/6 6/4
1948 Nelly Adamson Landry (FRA) Shirley Fry (EUA) 6/2 0/6 6/0
1949 Margaret Pont (EUA) Nelly Adamson Landry (FRA) 7/5 6/2
1950 Doris Hart (EUA) Patricia Todd (EUA) 6/4 4/6 6/2
1951 Shirley Fry (EUA) Doris Hart (EUA) 6/3 3/6 6/3
1952 Doris Hart (EUA) Shirley Fry (EUA) 6/4 6/4
1953 Maureen Connolly (EUA) Doris Hart (EUA) 6/2 6/4
1954 Maureen Connolly (EUA) Ginette Bucaille (FRA) 6/4 6/1
1955 Angela Mortimer (GBR) Dorothy Knode (EUA) 2/6 7/5 10/8
1956 Althea Gibson (EUA) Angela Mortimer (GBR) 6/0 12/10
1957 Shirley Bloomer (GBR) Dorothy Knode (EUA) 6/1 6/3
1958 Zsuzsi Kormoczy (HUN) Shirley Bloomer (GBR) 6/4 1/6 6/2
1959 Cristina Truman (GBR) Zsuzsi Kormoczy (HUN) 6/4 7/5
1960 Darlene Hard (EUA) Yola Ramirez (MEX) 6/3 6/4
1961 Ann Jones (GBR) Yola Ramirez (MEX) 6/2 6/1
1962 Margaret Smith (Austrália) Lesley Turner 6/3 3/6 7/5
1963 Lesley Turner (Austrália) Ann Jones (GBR) 2/6 6/3 7/5
1964 Margaret Smith (Austrália) Maria Esther Bueno (BRA) 5/7 6/1 6/2
1965 Lesley Turner (Austrália) Margaret Smith (Austrália) 6/3 6/4
1966 Ann Jones (GBR) Nancy Richey (EUA) 6/3 6/1
1967 Françoise Durr (FRA) Lesley Turner (Austrália) 4/6 6/3 6/4
1968 Nancy Richey (EUA) Ann Jones (GBR) 5/7 6/4 6/1
1969 Margaret Court (Austrália) Ann Jones (GBR) 6/1 4/6 6/3
1970 Margaret Court (Austrália) Helga Niessen (ALE-Oc 6/2 6/4
1971 Evonne Goolagong (Austrália) Helen Gourlay (Austrália) 6/3 7/5
1972 Billie Jean King (EUA) Evonne Goolagong (Austrália) 6/3 6/3
1973 Margaret Court (Austrália) Chris Evert Lloyd (EUA) 6/7(5) 7/6(6) 6/4
1974 Chris Evert Lloyd (EUA) Olga Morozova (URSS) 6/1 6/2
1975 Chris Evert Lloyd (EUA) Martina Navratilova (TCHE) 2/6 6/2 6/1
1976 Sue Barker (GBR) Renata Tomanova (TCHE) 6/2 0/6 6/2
1977 Mima Jausovec (IUG) Florenta Mihai (ROM) 6/2 6/7(5) 6/1
1978 Virginia Ruzici (ROM) Mima Jausovec (IUG) 6/2 6/2
1979 Chris Evert Lloyd (EUA) Wendy Turnbull (Austrália) 6/2 6/0
1980 Chris Evert Lloyd (EUA) Virginia Ruzici (ROM) 6/0 6/3
1981 Hana Mandlikova (TCHE) Sylvia Hanika (ALE-Oc 6/2 6/4
1982 Martina Navratilova (EUA) Andrea Jaeger (EUA) 7/6(6) 6/1
1983 Chris Evert Lloyd (EUA) Mima Jausovec (IUG) 6/1 6/2
1984 Martina Navratilova (EUA) Chris Evert Lloyd (EUA) 6/3 6/1
1985 Chris Evert Lloyd (EUA) Martina Navratilova (EUA) 6/3 6/7(4) 7/5
1986 Chris Evert Lloyd (EUA) Martina Navratilova (EUA) 2/6 6/3 6/3
1987 Steffi Graf (ALE-Oc Martina Navratilova (EUA) 6/4 4/6 8/6
1988 Steffi Graf (ALE-Oc) Natasha Zvereva (URSS) 6/0 6/0
1989 Arantxa Sanchez Vicario (ESP) Steffi Graf (ALE-Oc) 7/6(6) 3/6 7/5
1990 Monica Seles (IUG) Steffi Graf (ALE-Oc) 7/6(6) 6/4
1991 Monica Seles (IUG) Arantxa Sanchez Vicario (ESP) 6/3 6/4
1992 Monica Seles (IUG) Steffi Graf (ALE) 6/2 3/6 10/8
1993 Steffi Graf (ALE) Mary Joe Fernandez (EUA) 4/6 6/2 6/4
1994 Arantxa Sanchez Vicario (ESP) Mary Pierce (FRA) 6/4 6/4
1995 Steffi Graf (ALE) Arantxa Sanchez Vicario (ESP) 7/5 4/6 6/0
1996 Steffi Graf (ALE) Arantxa Sanchez Vicario (ESP) 6/3 6/7(4) 10/8
1997 Iva Majoli (CRO) Martina Hingis (SUI) 6/4 6/2
1998 Arantxa Sanchez Vicario (ESP) Monica Seles (EUA) 7/6(5) 0/6 6/2
1999 Steffi Graf (ALE) Martina Hingis (SUI) 4/6 7/5 6/2
2000 Mary Pierce (FRA) Conchita Martinez (ESP) 6/2 7/5
2001 Jennifer Capriati (EUA) Kim Clijsters (BEL) 1/6 6/4 12/10
2002 Serena Williams (EUA) Venus Williams (EUA) 7/5 6/3
2003 Justine Henin (BEL) Kim Clijsters (BEL) 6/0 6/4
2004 Anastasia Myskina (RUS) Elena Dementieva (RUS) 6/1 6/2
2005 Justine Henin (BEL) Mary Pierce (FRA) 6/1 6/1
2006 Justine Henin (BEL) Svetlana Kuznetsova (RUS) 6/4 6/4
2007 Justine Henin (BEL) Ana Ivanovic (Sérvia) 6/1 6/2
2008 Ana Ivanovic (Sérvia) Dinara Safina (RUS) 6/4 6/3
2009 Svetlana Kuznetsova (RUS) Dinara Safina (RUS) 6/4 6/2
2010 Francesca Schiavone (ITA) Samantha Stosur (Austrália) 6/4 7/6(2)
2011 Na Li (China) Francesca Schiavone (ITA) 6/4 7/6(0)
2012 Maria Sharapova (RUS) Sara Errani (ITA) 6/3 6/2
2013 Serena Williams (EUA) Maria Sharapova (RUS) 6/4 6/4
2014 Maria Sharapova (RUS) Simona Halep (ROM) 6/4 6/7(5) 6/4
2015 Serena Williams (EUA) Lucie Safarova (Rep. Tcheca)) 6/3 6/7(2) 6/2
2016 Garbiñe Muguruza (ESP) Serena Williams (EUA) 7/5 6/4
2017 Jelena Ostapenko (Letônia) Simona Halep (ROM) 4/6 6/4 6/3
2018 Simona Halep (ROM) Sloane Stephens (EUA) 3/6 6/4 6/1
2019 Ashleigh Barty (Austrália) Marketa Vondrousova (Rep. Tcheca) 6/1 6/3
2020 Iga Swiatek (POL) Sofia Kenin (EUA) 6/4 6/1
2021 Barbora Krejcikova (Rep. Tcheca) Anastasia Pavlyuchenkova (RUS) 6/1 2/6 6/4
2022 Iga Swiatek (POL) Coco Gauff (EUA) 6/1 6/3
2023 Iga Swiatek (POL) Karolina Muchova (Rep. Tcheca) 6/2 5/7 6/4
2024 Iga Swiatek (POL) Jasmine Paolini (ITA) 6/2 6/1
2025 Coco Gauff (EUA) Aryna Sabalenka (Bielorrússia) 6/7(5) 6/2 6/4

Fontes:
www.rolandgarros.com/en-us/champions-wall
https://tenisbrasil.uol.com.br/roland-garros

Taça Roraima de Futsal

Ano Campeão Vice
2015 Constelação
2016 Constelação
2017 Constelação EC Vivaz
2018 Constelação EC Vivaz
2019 Constelação EC Vivaz
2020 Caxiense EC EC Vivaz
2021 Caxiense EC Constelação
2022 Sporting Roraima EC Vivaz
2023 AAD Buriti
2024 EC Vivaz Constelação
2025 Constelação EC Vivaz

Campeões na página do facebook da FRFS

Corrida de São Silvestre – Prova Feminina

As brasileiras conquistaram a prova em cinco ocasiões

A prova da São Silvestre feminina é disputada oficialmente desde 1975, com a livre participação de atletas de todo o mundo. A vencedora foi a alemã Christa Valensieck, que lutou até o final do percurso para vencer a norte-americana Jackie Hansen, consideradas as duas melhores fundistas do mundo. Foram inscritas 17 mulheres, largaram 14 e 12 terminaram o percurso.

Em 1995, com Carmem Oliveira, o Brasil subiu ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez.

A atleta Rosa Mota, de Portugal, é a que conquistou maior número de vitórias na prova, chegando por seis vezes em primeiro lugar (1981-1986). Quem detém o recorde de 15km, atual distância, é a queniana Jemima Sumgong (2016), que terminou o trajeto em 48 minutos e 35 segundos.

A 100ª edição (2025) foi marcada por domínio africano, com Panga abrindo vantagem na segunda metade da prova e mantendo o ritmo forte até a Avenida Paulista. A brasileira Núbia de Oliveira Silva destacou-se ao garantir o terceiro lugar no pódio.

Confira todas as vencedoras da prova feminina:

1975 – Christa Valensieck (ALE)
Tempo: 28m39s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 14 atletas. Chegada: 12 atletas.

1976 – Christa Valensieck (ALE)
Tempo: 28m36s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 38 atletas. Chegada: 10 atletas.

1977 – Loa Olafsson (DIN)
Tempo : 27m15s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 54 atletas. Chegada: 35 atletas.

1978 – Dana Slater (EUA)
Tempo : 28m55s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 82 atletas. Chegada: 43 atletas.

1979 – Dana Slater (EUA)
Tempo : 29m07s. Percurso: 9 km.
Participantes: 86 atletas. Chegada: 69 atletas.

1980 – Heide Hutterer (ALE)
Tempo: 27m48s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 126 atletas. Chegada: 97 atletas.

1981 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 26m45s. Percurso: 8.9 km.
Participantes: 155 atletas. Chegada: 119 atletas.

1982 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 47m21s. Percurso: 13.548m.
Participantes: 137 atletas. Chegada: 105 atletas.

1983 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m44s. Percurso: 12.600m.
Participantes: 342 atletas. Chegada: 263 atletas.

1984 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m35s. Percurso: 12.640m.
Participantes: 261 atletas. Chegada: 200 atletas.

1985 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m00s. Percurso: 12.640m.
Participantes: 343 atletas. Chegada: 264 atletas.

1986 – Rosa Mota (POR)
Tempo: 43m25s. Percurso: 12.600m
Participantes: 172 atletas. Chegada: 132 atletas.

1987 – Martha Thenório (EQU)
Tempo: 46m27s. Percurso: 13 km.
Participantes: 429 atletas. Chegada: 330 atletas.

1988 – Aurora Cunha (POR)
Tempo: 42m12s. Percurso: 12.630m.
Participantes: 312 atletas. Chegada: 240 atletas.

1989 – Maria Del Carmem Diaz (MEX)
Tempo: 43m52s. Percurso: 12.650m.
Participantes: 406 atletas. Chegada: 312 atletas.

1990 – Maria Del Carmem Diaz (MEX)
Tempo: 43m16s. Percurso: 12.640m.
Participantes: 456 atletas. Chegada: 351 atletas.

1991 – Maria Luisa Servin (MEX)
Tempo: 54m02s. Percurso: 15 km.
Participantes: 438 atletas. Chegada: 337 atletas.

1992 – Maria Del Carmem Diaz (MEX)
Tempo: 54m00s. Percurso: 15 km.
Participantes: 439 atletas. Chegada: 338 atletas.

1993 – Hellen Kimayio (QUE)
Tempo: 50m26s. Percurso: 15 km.
Participantes: 460 atletas. Chegada: 354 atletas.

1994 – Derartu Tulu (ETI)
Tempo: 51m17s. Percurso: 15 km.
Participantes: 638 atletas. Chegada: 491 atletas.

1995 – Carmem Oliveira (BRA)
Tempo: 50m53s. Percurso: 15 km.
Participantes: 727 atletas. Chegada: 559 atletas.

1996 – Roseli Machado (BRA)
Tempo: 52m32s. Percurso: 15 km.
Participantes: 809 atletas. Chegada: 622 atletas.

1997 – Martha Thenório (EQU)
Tempo: 52m03s. Percurso: 15 km.
Participantes: 858 atletas. Chegada: 660 atletas.

1998 – Olivera Jevtic (IUG)
Tempo: 51m35s. Percurso: 15 km.
Participantes: 824 atletas. Chegada: 634 atletas.

1999 – Lydia Cheromei (QUE)
Tempo: 51m29s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.048 atletas. Chegada: 806 atletas.

2000 – Lydia Cheromei (QUE)
Tempo: 50m33s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.184 atletas. Chegada: 911 atletas.

2001 – Maria Zeferina Baldaia (BRA)
Tempo: 52m09s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.280 atletas. Chegada: 952 atletas.

2002 – Marizete de Paula Rezende (BRA)
Tempo: 54m02s. Percurso: 15 km.
Participantes: 2.000 atletas Chegada: 1.146 atletas.

2003 – Margaret Okayo (QUE)
Tempo: 51m24s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.740 atletas. Chegada: 1.317 atletas.

2004 – Lydia Cheromei (QUE)
Tempo: 52m58s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.998 atletas. Chegada: 1.539 atletas.

2005 – Olivera Jevtic (Sérvia e Montenegro)
Tempo: 51m37s. Percurso: 15 km.
Participantes: 1.998 atletas Chegada: 1.821 atletas.

2006 – Lucélia Oliveira Peres (BRA)
Tempo: 51m23s. Percurso: 15 km.
Participantes: 2.000 atletas Chegada: 1.327 atletas.

2007 – Alice Timbilili (QUE)
Tempo: 51m37s. Percurso: 15 km.
Participantes: 3.000 atletas. Chegada: 2.550 atletas.

2008 – Yimer Wude Ayalew (ETI)
Tempo: 51m37s. Percurso: 15 km.
Participantes: 3.000 atletas. Chegada: 2755 atletas.

2009 – Pasalia Kipkoech Chepkorir (QUE)
Tempo: 52m30s. Percurso: 15 km.

2010 – Alice Timbilili (QUE)
Tempo: 50m19s. Percurso: 15 km.
Participantes: 3.000 atletas. Chegada: 2.658 atletas.

2011 – Priscah Jeptoo (QUE)
Tempo: 48min48 Percurso: 15 km

2012 – Maurine Kipchumba (QUE)
Tempo: 51min42 Percurso: 15 km

2013 – Nancy Kipron (QUE)
Tempo: 51min58 Percurso: 15 km

2014 – Yimer Wude Ayalew (ETI)
Tempo: 50min43s Percurso: 15 km

2015 – Yimer Wude Ayalew (ETI)
Tempo: 54min0s Percurso: 15 km

2016 – Jemima Sumgong (QUE)
Tempo: 48min35s Percurso: 15 Km

2017 – Flomena Daniel (QUE)
Tempo: 50min17s. Percurso: 15 Km.

2018 – Sandrafelis Chebet Tuei (QUE)
Tempo: 50min02s. Percurco: 15 km.

2019 – Brigid Kosgei (QUE)
Tempo: 48min54s. Percurco: 15 km.

2020 – Cancelado

2021 – Sandrafelis Chebet Tuei (QUE)
Tempo: 50min06s Percurso: 15 km

2022 – Catherine Reline (QUE)
Tempo: 49min39s Percurso: 15 km

2023 – Catherine Reline (QUE)
Tempo: 49min54s Percurso: 15 km

2024 – Agnes Keino (QUE)
Tempo: 51min25s Percurso: 15 km

2025 – Sisilia Ginoka Panga (TAN)
Tempo: 51min09s

Fontes: São Silvestre; O Globo; Band

Campeonato Roraimense de Futsal

Realizado pela Federação Roraimense de Futsal (FRFS)

Fundada em 11 de março de 1991, a Federação tem sido, ao longo dessas décadas, um importante pilar na organização, promoção e fortalecimento do futsal roraimense.

Clube Atlético Independente, campeão de 2022, foi dirigido pela treinadora Daiana Lima

Notas:

O Constelação mantém hegemonia no futsal roraimense. Criado em 1998, o time foi à primeira final em 2000.

Em 15 de novembro de 2011, o professor de Educação Física, Osmar Júnior, criou o Vivaz depois de divergir com a filosofia do irmão Olano Matos, técnico do Constelação, o maior campeão do estado. Logo ele que participou de tantas conquistas pelo time que tornar-se-ia seu maior rival.

O Clube Atlético Independente, campeão de 2022, foi dirigido pela treinadora Daiana Lima, que se tornou a primeira mulher a ser campeã do Campeonato Roraimense de Futsal – Divisão Especial na história.

Ano Campeão Vice
1993 Rio Negro
1994 Náutico AABB
1995 AABB Juventos
1996 Juventos AABB
1997 Salada AABB
1998 Salada Centenário
1999 Torino Centenário
2000 Xamego Constelação
2001 Pacaraima Torino
2002 Centenário Constelação
2003 Xamego Constelação
2004 Constelação Xamego
2005 Constelação Atalanta
2006 Constelação Barcelona
2007 Constelação Pacaraima
2008 Constelação Ceará
2009 Constelação Buriti
2010 Constelação Tiradentes
2011 Constelação Tiradentes
2012 Constelação CA Independente
2013 EC Airton Casarão (Mucajaí) CA Independente
2014 Constelação CA Independente
2015 Constelação EC Airton Casarão (Mucajaí)
2016 Constelação CA Independente
2017 Constelação EC Vivaz
2018 Constelação EC Vivaz
2019 EC Vivaz Constelação
2020 EC Vivaz Constelação
2021 EC Vivaz Sporting Roraima
2022 CA Independente Buriti
2023 Constelação CA Independente
2024 Constelação EC Airton Casarão (Mucajaí)
2025 Constelação Buriti

Fontes: Campeões e vices no Facebook da FRFS; Campeões e vices Portal GE.

Campeonato Brasiliense de Xadrez Absoluto

Galeria dos Campeões

1961 – Geraldo Seabra

1962 – Geraldo Seabra

1963 – J. Benício Melo

1964 – Marcos Moennich

1965 – Marcos Moennich

1966 – Marcos Moennich

1967 – Marcos Moennich

1968 – Marcos Moennich e Lincoln Lucena

1969 – Marcos Moennich

1970 – Marcos Moennich

1971 – Milton Santos e Lincoln Lucena

1972 – Marcos Moennich

1973 – Marcos Moennich

1974 – Roberto Assunção e João Alberto G. Souza

1975 – Gerd Fonrobert

1976 – Ignácio Barros Barreto

1977 – Fernando Vasconcellos

1979 – Gerd Fonrobert

1980 – Lincoln Lucena

1981 – Lincoln Lucena

1982 – Gerd Fonrobert

1982 – Marcos Roland

1983 – Gerd Fonrobert

1984 – Gerd Fonrobert

1985 – Gerd Fonrobert

1986 – Gerd Fonrobert

1987 – Adriano Valle

1988 – Sandro Trindade

1989 – Lincoln Lucena

1990 – Waldemiro Andrade

1991 – Sandro Trindade

1992 – Sandro Trindade

1993 – Marcos Silveira

1994 – Airton Ferreira de Souza

1995 – Adriano Valle

1996 – Adriano Valle

1997- Marcos Silveira

1998- Adriano Valle

1999 – Adriano Valle

2000 – Marcos Silveira

2001 – Luís Henrique Coelho

2002 – Adriano Valle

2003 – Luís Henrique Coelho

2004 – Luís Henrique Coelho

2005 – Adriano Valle

2006 – Adriano Valle

2007 – Heverton Gisclan

2008 – Victor Shumyatsky

2009 – Victor Shumyatsky

2010 – Victor Shumyatsky

2011 – Adriano Valle

2012 – Victor Shumyatsky

2013 – Lincoln Lucena

2014 – Gustavo Sartori Pottker

2015 – Adriano Valle

2016 – Adriano Valle

2017 – Flávio Sposto Pompêo

2018 – Lincoln Lucena

2019 – Diogo Duarte Guimarães

2020 – Torneio não realizado

2021 – Davi da Silva Nascimento

2022 – Adriano Valle

2023 – Lucas Aguiar Cunha

2024 – Lucas Aguiar Cunha

Fonte: fbx.org.br/galeria

Liga Santa Catarina de Handebol Feminino Adulto

Antes da criação da Liga Santa Catarina de Handebol, foram disputadas uma série de amistosos em 2010, denominada “Encontro de Handebol”, em São Bento do Sul. O evento reuniu equipes de base de São Bento do Sul, Rio Negrinho, Balneário Camboriú, Itajaí e Jaraguá do Sul, nas categorias masculino e feminino.

Esses encontros, também chamados de festivais, deram origem a Copa Leste-Norte entre 2011 e 2013. Entre 2014 e 2016 a copa passou a ser substituída pelo Campeonato Leste-Norte. Com o êxito destas competições foi criada a Liga Santa Catarina de Handebol em 3 de junho de 2017, inicialmente com competições apenas no feminino.

Confira a galeria dos campeões após a criação da LSCH no Feminino Adulto.

Nota: E = Divisão Especial.

Campeões da Liga Santa Catarina

Ano Campeão Vice
2017 Balneário Camboriú Treviso
2017-E Blumenau Itajaí
2018 Balneário Camboriú São Bento
2019 Blumenau Balneário Camboriú
2020 não houve disputa
2021 FMEBC/Balneário Camboriú ACRIHF/Criciúma
2022 Extra AHI/Itajaí H3M/Curitiba-PR
2022-E ABLUHAND/Blumenau ACRIHF/Criciúma
2023 FMEBC/Balneário Camboriú Chapecó
2024 AHI/Itajaí HandLages/Lages
2025 ABLUHAND/Blumenau AHI/Itajaí

Fontes: Título de 2025; Galeria de Campeões